Após um início volátil em 2026, os investidores estão a reavaliar para onde está a fluir o capital a seguir.
Uma tendência que está a tornar-se cada vez mais difícil de ignorar:
Ações relacionadas com energia, manufatura e defesa estão a ganhar destaque.
Estes setores situam-se na interseção das prioridades políticas, tendências de despesa e demanda económica real—fazendo deles fortes candidatos a liderar à medida que a próxima fase do mercado se desenvolve
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