Antes eu sempre pensei que "não tire print nem envie a frase de recuperação" era suficiente para estar seguro, novato que sou, achava que enquanto não divulgasse essas 12/24 palavras, estava invencível. Agora minha compreensão é: a frase de recuperação é apenas o limite mínimo, o que realmente costuma ser mais perigoso é "o que você clicou, o que assinou, a quem deu autorização" — sites de phishing feitos de forma idêntica às verdadeiras, uma assinatura pode não ser uma transferência, mas se te der uma autorização ilimitada, depois você fica perdido sem saber como seus ativos sumiram.



Minha linha vermelha agora é bem simples: links de origem desconhecida nunca conecto à carteira; se não entender a assinatura, não assino (especialmente aquelas que pedem para "confirmar uma sequência de caracteres aleatórios"); limite a autorização ao mínimo necessário, revogue assim que usar. Em resumo, prefiro pagar uma taxa maior do que economizar aquele tempo de clicar em confirmar.

Recentemente, na comunidade, há discussões sobre privacidade, moedas de mistura e limites de conformidade, eu não tomo partido, mas a sensação é bem direta: quanto mais essa fase de divisão, mais golpes de phishing e "falsos atendentes ensinando a desbloquear/auto-provar" aparecem, e na hora de ficar nervoso, é mais fácil pisar na linha vermelha. Por agora, assim, a prioridade é se proteger.
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