Recentemente, tenho visto muitas pessoas tentando manipular a rede para obter incentivos, trocando de um lado para o outro, e no grupo todos os dias a discussão é “será que a mainnet vai emitir tokens”… Sério, quanto mais nesses momentos, mais fácil fica de transformar a carteira numa confusão total. O que mais me assusta não é a lentidão, mas a desordem — endereços, permissões, backups tudo bagunçado, se algo acontecer, você nem consegue dizer onde perdeu.



Quando os ativos não são muitos, uma carteira de hardware é suficiente, pelo menos tirar a chave privada do telefone e do computador dá uma tranquilidade; mas se você já tem uma quantidade grande, “perder uma vez e não conseguir dormir”, só a hardware wallet acho que fica meio arriscado, especialmente se você ainda gosta de conectar várias Dapps novas. Multiassinatura é adequada para quem não quer carregar o peso sozinho, mas a desvantagem também é clara: quanto mais pessoas, dispositivos e processos de assinatura, mais fácil de travar na questão de “quem assina, qual assinatura”. A recuperação social soa bem, mas eu primeiro fico de olho em quem vai fazer a recuperação, se dá para juntar todo mundo, e se o contrato consegue atualizar as regras… De qualquer forma, minha abordagem atual é: carteiras quentes podem ser mexidas à vontade, as frias não mexa de jeito nenhum, devagar se vai ao longe.
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