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A possibilidade de a Meta voltar a sério ao mercado de stablecoins começou a surgir. Há notícias de que a gigante tecnológica liderada por Mark Zuckerberg está a considerar um novo reingresso no mercado através de uma carteira com uma funcionalidade renovada na segunda metade deste ano.
O que é interessante é que a estratégia desta vez parece bastante cautelosa. Em vez de lançar uma stablecoin própria de forma direta, planeia suportar pagamentos com stablecoins através de uma carteira que integra provedores de terceiros. Ou seja, há uma intenção de entrar no mercado minimizando os riscos regulatórios.
Também chama a atenção o nome da Stripe como potencial parceira. Uma parceria com um grande provedor de infraestrutura de pagamentos traria maior confiança aos utilizadores e poderia servir como argumento de persuasão junto das autoridades reguladoras para a Meta.
No entanto, a história da Meta com stablecoins tem sido marcada por fracassos consecutivos. A tentativa de lançar um projeto ambicioso chamado Libra enfrentou obstáculos regulatórios. Depois, foi renomeada para Diem na tentativa de reerguer-se, mas acabou por fracassar no início de 2022. O projeto, que envolveu investimentos enormes, terminou com a venda de ativos. O próprio Mark Zuckerberg deve ter percebido na altura a complexidade do mercado de criptoativos e a severidade do ambiente regulatório.
Este movimento parece uma abordagem realista, aproveitando as lições aprendidas. Pode não ser tão vistoso, mas uma estratégia faseada, explorando o mercado aos poucos, demonstra que aprenderam com os erros anteriores. Vale a pena acompanhar como o mercado de stablecoins irá reagir.