Recentemente tenho registado várias operações na blockchain e na exchange, e de repente fiquei um pouco preocupado: se for mesmo necessário fazer a declaração de impostos no final do ano, não é uma questão de ter ganho ou não, mas sim de conseguir explicar claramente de onde veio e para onde foi esse dinheiro. Agora, obriguei-me a deixar uma pista sempre que troco de posição: hash da transferência, hora, uso, escrevo duas notas à vontade, e no CEX exporto as transações por mês, para guardar, em vez de procurar capturas de ecrã na última dia, o que é muito cansativo.



Aproveitando, vejo que as Layer2 discutem todos os dias TPS, taxas, subsídios, alegando ser uma competição de desempenho, mas na prática a blockchain é só uma série de endereços a saltar entre diferentes pontes, com registos ainda mais fragmentados… Eu, pelo menos, prefiro evitar trocar muitas redes, e não quero transformar o fluxo de transações numa espécie de puzzle só para poupar alguns euros em taxas. Quanto à otimização? Primeiro, manter as contas limpas, e depois pensar nisso.
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