Não sou muito bom em explicar grandes verdades, mas recentemente, ao observar as votações de governança, elas parecem cada vez mais “delegação = transferência de culpa”. Todo mundo ocupado em minerar/participar de airdrops, e de passagem, entregando votos a alguns rostos conhecidos como representantes, e no blockchain aparece uma enxurrada de endereços em “democracia”, na prática são apenas aquelas poucas pessoas que estão em reunião… Para ser claro, o token de governança no final pode estar controlando uma ilusão dos investidores de varejo.



O que é ainda mais irritante é que os projetos também sabem explorar essa inércia: as propostas são longas e complicadas, o período de votação cai no fim de semana, e quando você percebe, já passou. Quando há aumento de impostos em uma região, ou regras de conformidade mais rígidas, as expectativas de entrada e saída de fundos mudam, e as pessoas ficam ainda mais preguiçosas para participar da governança, simplesmente dizendo “não quero mais, se der para fugir, vou fugir”. Minha prática atual é: não delegar facilmente, e se for fazer, trocar periodicamente as pessoas + verificar os registros de votação, senão o gás economizado acaba sendo uma ilusão, e o poder fica todo nas mãos de alguém, o que é uma perda maior.
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