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Nestes últimos dias, estive a explorar na blockchain, folheando alguns contratos de membros e registros de transferências de projetos PFP pouco conhecidos, achei bastante interessante: o piso não se moveu muito, mas os tokens de membros trocam de mãos rapidamente, como se estivessem a disputar lugares. E também há aqueles “grupos de colaboração de marcas”, que parecem animados por fora, mas na realidade há apenas algumas mãos ativas, o resto basicamente recebe e fica deitado… Enquanto observava e pensava, perguntava-me: será que as pessoas estão a comprar identidade, ou apenas a aproveitar uma onda de entusiasmo?
Sinto que a sustentabilidade do sistema PFP/membros/marcas não depende tanto de quão bonito é o desenho, mas sim se, após possuir, há sempre algo para fazer, se consegue manter as pessoas interessadas sem precisar de incentivos ou de vender. Recentemente, mineração social e tokens de fãs, que funcionam como “atenção que mina”, na verdade parecem mais uma forma de atrair pessoas por um curto período para fazer transações, e quando os incentivos param, o interesse desaparece. Para realmente transformar isso numa marca, é preciso fazer com que os detentores queiram ficar, sem depender de mineração para estimular a participação… De qualquer forma, ao analisar esses projetos, primeiro olho para o comportamento das carteiras e depois para a narrativa; quanto mais exagerada a narrativa, mais me assusta.