Hoje, ao observar aquele tipo de “transferência por acaso” na cadeia, alguém voltou a assustar-se: A acaba de receber dinheiro e imediatamente envia para B, B depois transfere para C, como se alguém estivesse controlando por trás. Na verdade, ao destrinchar o percurso, muitas vezes é: carteira quente da exchange consolidada → endereço de encaminhamento para divisão → interação com contrato para preenchimento, e ainda adiciona um endereço de roteador/agregador, parecendo uma única linha. Além disso, com os validadores competindo pela ordenação, intercalando-se no meio para ganhar um pouco de MEV, e os carimbos de hora se sobrepondo, fica ainda mais parecido com uma “coordenação planejada”. Agora estou acostumado a primeiro remover as partes explicáveis: agrupamentos de entidades, padrões comuns de consolidação, comportamentos fixos de gás, senão, só de olhar para o caminho da transferência, é fácil imaginar demais. Não vou mexer na posição ainda, primeiro quero entender melhor.

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