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Quanto ao acordo de cessar-fogo entre os EUA e o Irã negociado por intermédio de terceiros, hoje as respostas de ambos os lados foram relativamente contidas.
Resposta de Trump: o acordo de trégua de 45 dias é uma opção
Resposta do Irã: está a avaliar com cautela o mais recente acordo proposto pelo lado da parte paquistanesa.
Na verdade, o que foi revelado logo cedo foi que foi um verdadeiro braço-direito do “velho” EUA, um aliado fiel do Reino Unido, a divulgar — afinal, a parte paquistanesa pertence ao Commonwealth e, há muito tempo, mantém boas ligações;
Além disso, a parte paquistanesa está com pressa para mostrar à “papá” patrocinadora, a Arábia Saudita, a sua capacidade de mediação, afinal, recentemente a Arábia Saudita chegou mesmo a expressar insatisfação com a parte paquistanesa em vários ângulos; se a parte paquistanesa não fizer algo, o patrocinador vai acabar por perder o interesse;
A Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos são, nesta ronda, basicamente as maiores vítimas — em ambos os lados ninguém sai a ganhar e, ainda por cima, a receita do petróleo caiu bastante!
Além disso, com o conflito entre Índia e Paquistão no ano passado, a influência internacional da parte paquistanesa deu um salto enorme, e a parte paquistanesa também é um aliado importante dos EUA — a verdade é que existe, sim, condições reais para desempenhar o papel de intermediário.
Negociações? Com certeza que não há nenhuma decisão definitiva “na hora de fechar com um martelo”! Se as condições não forem bem encaminhadas, é porque ainda não se esforçaram o suficiente; quando se esforçarem o bastante, as condições naturalmente acabarão por ficar favoráveis para negociar!
A atitude de hoje de ambos os lados já não é aquela resposta de cortar à espada e puxar à faca que acontecia entre si duas semanas ou uma semana antes; em vez disso, é a de expressar as suas exigências e a insatisfação com as condições do outro — isto é um bom começo!
Portanto, o conflito entre os EUA e o Irã vai certamente chegar ao fim; a única variável, na verdade, nunca foi os EUA e o Irã, mas sim o pequeno Israel!
À medida que a notícia vai ganhando força e surgem confirmações, com o Estreito de Ormuz como prova:
Em 6 de abril, de acordo com os últimos relatórios, o volume de passagem pelo Estreito de Ormuz subiu para o nível mais alto desde o início da guerra no Médio Oriente, devido a mais países terem chegado a acordos de passagem segura com o Irã. No fim de semana, 21 embarcações atravessaram o canal, o maior total em dois dias desde que o volume de tráfego começou a descer no início de março.
#Últimos desenvolvimentos nas negociações EUA-Irã