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Vamos fazer um experimento mental: imagine que todo o dinheiro do mundo fosse de repente dividido igualmente entre cada habitante do planeta. Um fazendeiro do Kansas receberia exatamente a mesma quantia que um programador de Bangalore, um artista de Lisboa ou um professor de Cidade do Cabo. Interessante, não é? Mas quanto dinheiro haveria para cada um? A resposta curta soa engraçada: aproximadamente o suficiente para comprar um Dacia Sandero. Nada mais do que isso.
Para entender essa questão, é preciso compreender o que exatamente é considerado dinheiro. Os economistas distinguem vários níveis de massa monetária. Quando falam de M2, referem-se a todo o dinheiro que as pessoas podem gastar relativamente rápido — dinheiro em espécie na carteira, depósitos em contas bancárias, contas de poupança com liquidez até dois anos. Isto não inclui imóveis, ações ou ouro. São apenas os fundos que podem ser utilizados aqui e agora.
Isto difere fundamentalmente da riqueza global total. Riqueza é tudo: casas, terras, investimentos, negócios. Dinheiro é apenas aquilo que podes gastar imediatamente. E esses números são muito diferentes.
Segundo analistas económicos, em 2024, a massa monetária mundial M2 era de cerca de 123 trilhões de dólares. Isto inclui tudo — desde contas bancárias americanas até poupanças na Tailândia. A população mundial nesse mesmo ano era de aproximadamente 8,16 mil milhões de pessoas. Se tudo isso fosse dividido igualmente, cada um receberia cerca de 15 mil dólares. Ou cerca de 13,9 mil euros. Suficiente para cobrir dois anos de despesas de uma família média, para um carro usado ou, como já se disse, para um Dacia Sandero novo sem opcionais adicionais.
Mas aqui está o que é interessante — em diferentes países, quanto dinheiro há no mundo distribuído de forma desigual. Pegue a Espanha. Lá, a massa monetária M2 no final de 2024 era de cerca de 1,65 triliões de dólares, com uma população de aproximadamente 49 milhões de pessoas. Isso significa que cada espanhol receberia cerca de 33,5 mil dólares. Mais do que o dobro da média global. Os espanhóis claramente lidam melhor com a acumulação de fundos líquidos.
Essa é a matemática. Quando começamos a calcular quanto dinheiro realmente está em circulação no mundo, fica claro por que a desigualdade é tão grande. E por que uma simples distribuição de dinheiro não resolve o problema da pobreza — são necessárias mudanças sistêmicas, não apenas números na conta.