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Acabei de perceber algo que tem causado impacto nos círculos financeiros. A Fed acabou de nomear Randall Guynn como seu novo diretor de supervisão e regulação a partir de 8 de março, e honestamente, a reação dos grupos de vigilância tem sido bastante intensa.
Para contexto, Guynn passou cerca de 40 anos na Davis Polk & Wardwell, um daqueles escritórios de advocacia de peso que basicamente moldam a política bancária. Ele liderou o Financial Institutions Group e passou décadas ajudando grandes bancos a navegar pelas questões regulatórias. Portanto, sim, ele conhece o sistema por dentro e por fora.
Mas aqui é onde fica interessante. Isso rompe com o que a Fed tem feito desde 1977 — eles sempre promovem de dentro, funcionários de carreira que passaram décadas subindo na hierarquia. Randall Guynn vindo do setor privado? Isso é uma mudança bastante significativa.
Dennis Kelleher, da Better Markets, não poupou palavras. Ele basicamente disse que é como "nomear um incendiário de toda a vida como chefe de bombeiros". A preocupação dele é que alguém com o background de Guynn inevitavelmente favorecerá os maiores bancos, os mais sistemicamente arriscados. Há também uma pesquisa de Cambridge que destacou Guynn como parte do que eles chamam de "busca de influência regulatória" — basicamente, trabalhar o sistema de maneiras que não aparecem nas divulgações oficiais de lobby.
A preocupação entre os críticos é bastante direta: se a nomeação de Randall Guynn sinaliza a direção da Fed, podemos ver padrões regulatórios mais frouxos para os grandes players, enquanto os bancos menores ficam apertados. E sim, algumas pessoas já estão conectando os pontos com outra crise financeira à espera de acontecer.
É uma daquelas decisões que faz questionar a porta giratória entre Wall Street e as agências federais. Vale a pena ficar de olho.