1 Impulso legislativo O presidente da SEC, Paul Atkins, defendeu a Lei de Claridade de Ativos Digitais (Clarity Act) na audiência do Senado em fevereiro de 2026, com o objetivo de estabelecer limites claros de jurisdição entre a SEC e a CFTC em relação aos ativos criptográficos, resolvendo assim a ambiguidade regulatória de longa data. Se aprovada, esta lei criará um quadro regulatório para DeFi e stablecoins, mas precisará do apoio de pelo menos sete deputados democratas para passar no Senado.
2 Detalhamento de regras e regulação por categorias A SEC, através da agenda “Project Crypto”, continua a aprimorar as regras de supervisão de ativos criptográficos, incluindo a exploração de caminhos de conformidade para valores mobiliários tokenizados, transações na cadeia, entre outros cenários. Por exemplo, esclarece as responsabilidades dos emissores de valores mobiliários tokenizados, distingue entre “ações nativas na cadeia”, “mapeamento de direitos de valores mobiliários na cadeia” e “exposição sintética”, e exige que os emissores cumpram regulamentos de combate à lavagem de dinheiro e proteção ao investidor.
3 Aplicação da lei e cooperação transfronteiriça A SEC intensifica ações de fiscalização no setor de criptomoedas, formando grupos de trabalho transfronteiriços para combater manipulação e fraudes no exterior, além de exigir que empresas de criptografia cumpram as leis de valores mobiliários dos EUA, regulando ofertas e negociações de tokens não registrados.
4 Comunicação com a indústria e projetos piloto A SEC, por meio de canais como o Comitê Consultivo de Investidores, mantém diálogo com o setor, ajustando sua abordagem regulatória de uma postura de confronto para uma de engenharia de sistemas. Permite que projetos conformes explorem inovação por meio de mecanismos de isenção em projetos piloto, como a autorização do DTC para iniciar projetos de tokenização de valores mobiliários em blockchains compatíveis, facilitando a integração entre finanças tradicionais e ativos criptográficos.
5 Preparação tecnológica e classificação de riscos A SEC, em colaboração com o Federal Reserve e outras instituições, promove a classificação de riscos de ativos criptográficos e o desenvolvimento de padrões técnicos, como a proposta do Federal Reserve de estabelecer pesos de margem inicial independentes para derivativos criptográficos, para acomodar a volatilidade desses ativos e fornecer suporte técnico para futuras regulações.
No geral, a direção da reforma regulatória da SEC visa incorporar os ativos criptográficos ao sistema de supervisão financeira dos EUA por meio de legislação, detalhamento de regras, fortalecimento da aplicação da lei e preparação tecnológica, equilibrando inovação e controle de riscos, ao mesmo tempo que promove a integração entre finanças tradicionais e o setor de criptomoedas.
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#美SEC推进加密监管改革
1 Impulso legislativo
O presidente da SEC, Paul Atkins, defendeu a Lei de Claridade de Ativos Digitais (Clarity Act) na audiência do Senado em fevereiro de 2026, com o objetivo de estabelecer limites claros de jurisdição entre a SEC e a CFTC em relação aos ativos criptográficos, resolvendo assim a ambiguidade regulatória de longa data. Se aprovada, esta lei criará um quadro regulatório para DeFi e stablecoins, mas precisará do apoio de pelo menos sete deputados democratas para passar no Senado.
2 Detalhamento de regras e regulação por categorias
A SEC, através da agenda “Project Crypto”, continua a aprimorar as regras de supervisão de ativos criptográficos, incluindo a exploração de caminhos de conformidade para valores mobiliários tokenizados, transações na cadeia, entre outros cenários. Por exemplo, esclarece as responsabilidades dos emissores de valores mobiliários tokenizados, distingue entre “ações nativas na cadeia”, “mapeamento de direitos de valores mobiliários na cadeia” e “exposição sintética”, e exige que os emissores cumpram regulamentos de combate à lavagem de dinheiro e proteção ao investidor.
3 Aplicação da lei e cooperação transfronteiriça
A SEC intensifica ações de fiscalização no setor de criptomoedas, formando grupos de trabalho transfronteiriços para combater manipulação e fraudes no exterior, além de exigir que empresas de criptografia cumpram as leis de valores mobiliários dos EUA, regulando ofertas e negociações de tokens não registrados.
4 Comunicação com a indústria e projetos piloto
A SEC, por meio de canais como o Comitê Consultivo de Investidores, mantém diálogo com o setor, ajustando sua abordagem regulatória de uma postura de confronto para uma de engenharia de sistemas. Permite que projetos conformes explorem inovação por meio de mecanismos de isenção em projetos piloto, como a autorização do DTC para iniciar projetos de tokenização de valores mobiliários em blockchains compatíveis, facilitando a integração entre finanças tradicionais e ativos criptográficos.
5 Preparação tecnológica e classificação de riscos
A SEC, em colaboração com o Federal Reserve e outras instituições, promove a classificação de riscos de ativos criptográficos e o desenvolvimento de padrões técnicos, como a proposta do Federal Reserve de estabelecer pesos de margem inicial independentes para derivativos criptográficos, para acomodar a volatilidade desses ativos e fornecer suporte técnico para futuras regulações.
No geral, a direção da reforma regulatória da SEC visa incorporar os ativos criptográficos ao sistema de supervisão financeira dos EUA por meio de legislação, detalhamento de regras, fortalecimento da aplicação da lei e preparação tecnológica, equilibrando inovação e controle de riscos, ao mesmo tempo que promove a integração entre finanças tradicionais e o setor de criptomoedas.