#我在Gate广场过新年 Bitcoin caiu!!! O número de liquidações na rede está a subir rapidamente, e o sentimento de pânico espalha-se como um vírus. Os emojis no grupo começaram a inundar as mensagens — “Bitcoin morreu”. Espera, por que esta frase me soa tão familiar?
Em 2010, quando valia 0,1 dólares, alguém disse que tinha morrido; em 2011, a 1 dólar, morreu novamente; em 2013, a 50 dólares, continuou a morrer; em 2015, a 200 dólares, morreu de vez; em 2018, a 3000 dólares, desta vez devia estar mesmo morta; em 2022, a 15000 dólares, morreu quase completamente; em 2024, a 39000 dólares, morreu mais uma vez; em 2025, a 74000 dólares, desta vez é mesmo morte... E depois? Cada “morte” do preço sobe um degrau. De 0,1 a 65000, 447 “mortes”, que resultaram numa valorização de 650 mil vezes.
Hoje não vamos falar de frases motivacionais como “outros têm medo, eu tenho avareza”. Queremos falar de outra questão: desta vez, foi mesmo o Bitcoin a cair? Abra o seu menu de favoritos e veja essas altcoins. Não há algumas que já tenham voltado ao ponto de partida do mercado em alta? Não há algumas com taxas de contrato tão negativas que parecem absurdas? Não há projetos cujos grupos já estão há três dias sem falar? Esta é a verdade: nesta rodada de queda, quem sofreu mais não foi o Bitcoin, mas toda a “camada de bolha” do mercado de criptomoedas. Vai perceber uma coisa interessante: quando o Bitcoin caiu de 74 mil para 65 mil, uma queda de 12%, as altcoins que já clamavam “a lenda da multiplicação por 10.000” já foram cortadas pela metade. E aquelas meme coins que nem têm produto, foram direto a zero. Isto não é um colapso, é uma limpeza. O dinheiro está a fazer uma coisa: sair do lixo e investir nos ativos principais. Veja os dados na blockchain: o saldo de Bitcoin nas exchanges está a diminuir. O que isso significa? Significa que alguém está a comprar e a retirar. Não são os investidores de varejo, eles não têm essa capacidade. São os “peixes grandes”, que aproveitam esta onda de pânico para recolher silenciosamente. Olhe também para as entradas e saídas dos ETFs. Nas duas últimas quedas, os ETFs tiveram saída líquida, os investidores de varejo fugiram, e as instituições também. Mas desta vez, quando o preço caiu para 65 mil, os ETFs começaram a entrar em fluxo líquido. Wall Street está a dizer-lhe com dinheiro de verdade: o Bitcoin a 65 mil é um produto com desconto para eles. O que isto significa para o mercado de criptomoedas? Significa que, a seguir, verá dois mercados altamente polarizados: de um lado, o Bitcoin, com volatilidade cada vez menor, parecendo cada vez mais “ouro digital”, cada vez mais aborrecido. Mas o tédio é precisamente um sinal de segurança. Do outro lado, as altcoins, que antes eram “milhares de barcos a competir”, agora são uma “corrida de sobrevivência”. Projetos sem utilizadores reais, sem fluxo de caixa, que só vivem de contar histórias, se esta queda continuar, nunca mais se recuperarão. Mas aqueles projetos que realmente têm valor, após a poeira assentar, serão os protagonistas da próxima fase.
O DeFi também vai mudar. Vê esta queda, o mecanismo de liquidação na blockchain funciona? Funciona. As alavancagens altas foram liquidadas? Foram. Esta é a essência do DeFi — deixar o mercado fazer a sua própria limpeza, sem precisar de alguém para salvar o mercado. 447 “mortes” resultaram numa criptomoeda cada vez mais saudável. Sem alavancagem inflada, sem bolhas de projetos vazios, sem FOMO emocional.
O Bitcoin a 65000 dólares não é o fim. Aqueles que dizem que “o Bitcoin morreu” nunca perderam por falta de visão, mas por falta de tempo. Eles querem ganhar o máximo em pouco tempo, e depois são eliminados por uma queda. E quem realmente fica, fez uma coisa certa: olhar mais uma vez quando todos dizem “ele morreu”.
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LittleGodOfWealthPlutus
· 2h atrás
Feliz Ano Novo! Que o Ano do Cavalo seja cheio de sorte e prosperidade!🐴🐴🐴
#我在Gate广场过新年 Bitcoin caiu!!! O número de liquidações na rede está a subir rapidamente, e o sentimento de pânico espalha-se como um vírus. Os emojis no grupo começaram a inundar as mensagens — “Bitcoin morreu”. Espera, por que esta frase me soa tão familiar?
Em 2010, quando valia 0,1 dólares, alguém disse que tinha morrido; em 2011, a 1 dólar, morreu novamente; em 2013, a 50 dólares, continuou a morrer; em 2015, a 200 dólares, morreu de vez; em 2018, a 3000 dólares, desta vez devia estar mesmo morta; em 2022, a 15000 dólares, morreu quase completamente; em 2024, a 39000 dólares, morreu mais uma vez; em 2025, a 74000 dólares, desta vez é mesmo morte... E depois? Cada “morte” do preço sobe um degrau. De 0,1 a 65000, 447 “mortes”, que resultaram numa valorização de 650 mil vezes.
Hoje não vamos falar de frases motivacionais como “outros têm medo, eu tenho avareza”. Queremos falar de outra questão: desta vez, foi mesmo o Bitcoin a cair?
Abra o seu menu de favoritos e veja essas altcoins. Não há algumas que já tenham voltado ao ponto de partida do mercado em alta? Não há algumas com taxas de contrato tão negativas que parecem absurdas? Não há projetos cujos grupos já estão há três dias sem falar? Esta é a verdade: nesta rodada de queda, quem sofreu mais não foi o Bitcoin, mas toda a “camada de bolha” do mercado de criptomoedas.
Vai perceber uma coisa interessante: quando o Bitcoin caiu de 74 mil para 65 mil, uma queda de 12%, as altcoins que já clamavam “a lenda da multiplicação por 10.000” já foram cortadas pela metade. E aquelas meme coins que nem têm produto, foram direto a zero. Isto não é um colapso, é uma limpeza. O dinheiro está a fazer uma coisa: sair do lixo e investir nos ativos principais.
Veja os dados na blockchain: o saldo de Bitcoin nas exchanges está a diminuir. O que isso significa? Significa que alguém está a comprar e a retirar. Não são os investidores de varejo, eles não têm essa capacidade. São os “peixes grandes”, que aproveitam esta onda de pânico para recolher silenciosamente.
Olhe também para as entradas e saídas dos ETFs. Nas duas últimas quedas, os ETFs tiveram saída líquida, os investidores de varejo fugiram, e as instituições também. Mas desta vez, quando o preço caiu para 65 mil, os ETFs começaram a entrar em fluxo líquido. Wall Street está a dizer-lhe com dinheiro de verdade: o Bitcoin a 65 mil é um produto com desconto para eles.
O que isto significa para o mercado de criptomoedas?
Significa que, a seguir, verá dois mercados altamente polarizados: de um lado, o Bitcoin, com volatilidade cada vez menor, parecendo cada vez mais “ouro digital”, cada vez mais aborrecido. Mas o tédio é precisamente um sinal de segurança. Do outro lado, as altcoins, que antes eram “milhares de barcos a competir”, agora são uma “corrida de sobrevivência”. Projetos sem utilizadores reais, sem fluxo de caixa, que só vivem de contar histórias, se esta queda continuar, nunca mais se recuperarão. Mas aqueles projetos que realmente têm valor, após a poeira assentar, serão os protagonistas da próxima fase.
O DeFi também vai mudar. Vê esta queda, o mecanismo de liquidação na blockchain funciona?
Funciona.
As alavancagens altas foram liquidadas? Foram.
Esta é a essência do DeFi — deixar o mercado fazer a sua própria limpeza, sem precisar de alguém para salvar o mercado. 447 “mortes” resultaram numa criptomoeda cada vez mais saudável. Sem alavancagem inflada, sem bolhas de projetos vazios, sem FOMO emocional.
O Bitcoin a 65000 dólares não é o fim. Aqueles que dizem que “o Bitcoin morreu” nunca perderam por falta de visão, mas por falta de tempo. Eles querem ganhar o máximo em pouco tempo, e depois são eliminados por uma queda. E quem realmente fica, fez uma coisa certa: olhar mais uma vez quando todos dizem “ele morreu”.