As últimas revelações sobre os documentos de Epstein estão a chocar toda a indústria das criptomoedas. O que está por trás desses documentos não é simplesmente um registo de investimentos pessoais, mas uma cadeia de capital oculta que atravessa toda a origem do Bitcoin — uma pista obscura que envolve elites do Vale do Silício, principais instituições de investimento e até infraestruturas da dark web. E o segredo central dessa pista é: Satoshi Nakamoto pode não ser uma pessoa.
Uma jogada de um bilionário: de Silk Road à Blockstream
Epstein começou a interessar-se pelo Bitcoin em 2011, quando o setor ainda era uma terra de ninguém. O preço do Bitcoin oscilava perto dos 30 dólares, com volumes anuais inferiores a 100 milhões de dólares, e a maioria das pessoas nunca tinha ouvido falar da tecnologia. Mas, na sua rede social, já estavam presentes figuras influentes do mundo cripto.
Peter Thiel, cofundador do PayPal, era um visitante frequente; ambos discutiram profundamente a economia do Bitcoin. Steven Sinofsky, membro do conselho da a16z, gabou-se de lucros dobrados com investimentos em Bitcoin. Boris Nikolic, conselheiro científico de Bill Gates, zombou nos emails sobre o funcionamento da Silk Road na dark web. Essas conversas aparentemente triviais revelam, na verdade, um envolvimento profundo dos elites do Vale do Silício com a tecnologia.
Ainda mais surpreendente é o investimento de Epstein na Blockstream, uma das principais operadoras de infraestrutura do Bitcoin, responsável pela direção técnica do Bitcoin Core. Epstein investiu 50 mil dólares na rodada seed. Mas essa aposta gerou um conflito inesperado: quando Austin Hill, cofundador da Blockstream, descobriu que Epstein tinha também investido na concorrente Ripple e Stellar, expressou raiva por email, e outros cofundadores exigiram cancelar ou reduzir as ações de Epstein. Essa turbulência nos bastidores mostra que a luta pelo controle do Bitcoin é mais intensa do que o público imagina.
Patrocinadores secretos do MIT: quem paga pelo núcleo do Bitcoin
Entre 2014 e 2015, a Bitcoin Foundation enfrentava dificuldades financeiras, e os desenvolvedores do Bitcoin Core também tinham receitas instáveis. Nesse momento crucial, o Media Lab do MIT começou a financiar esses desenvolvedores. De onde vinha esse dinheiro? De doações anónimas de Epstein.
Ou seja, o desenvolvimento mais crítico do Bitcoin ocorreu graças a um bilionário com extrema opacidade financeira. O diretor do Media Lab, Joi Ito, agradeceu publicamente, dizendo que o financiamento de Epstein “nos permitiu agir rapidamente e alcançar grandes feitos”, pois “muitas organizações queriam controlar o rumo do desenvolvimento do Bitcoin”. Essa frase é carregada de significado — indica uma corrente subterrânea de interesses tentando influenciar a tecnologia.
A resposta de Epstein foi curta e direta: “Gavin é inteligente.” Gavin Andresen foi o sucessor designado por Satoshi Nakamoto após sua saída, responsável pelo núcleo do código do Bitcoin. A avaliação de um bilionário notório sobre essa figura central revela seu profundo conhecimento do ecossistema.
A frase de 2016: Satoshi é um time
Em 2016, Epstein, ao conversar com um conselheiro da família real saudita sobre uma moeda digital compatível com a lei islâmica, soltou uma frase que mudou tudo: “Já conversei com alguns criadores do Bitcoin, eles estão muito empolgados.”
Note a expressão — “criadores”, no plural. Não se trata de uma pessoa, mas de uma equipe. Esse detalhe reacendeu uma reflexão na indústria: se até Epstein sabe quem realmente criou o Bitcoin, o que dirá o governo dos EUA? E as agências de inteligência globais?
Essa dedução aponta para uma realidade inquietante: Satoshi Nakamoto pode nunca ter sido um indivíduo anónimo, mas um grupo organizado, com recursos e conexões políticas. E, mais estranho ainda, esse grupo parece estar sob o controle de certas autoridades.
O mistério da mudança de postura: por que ele de repente virou cético em relação ao Bitcoin
Em 2017, quando alguém perguntou a Epstein se valia a pena comprar Bitcoin naquele momento, ele respondeu negativamente: “não vale a pena”. Na altura, o Bitcoin estava abaixo de 5 mil dólares, longe do pico histórico que viria depois. Essa mudança de atitude é desconcertante: se ele conhecia a equipe de criadores, por que passou a desacreditar na moeda?
Talvez ele tenha informações privilegiadas que desconhecemos. Talvez tenha percebido falhas técnicas, ou antevisto interferências de poderes na tecnologia, ou ainda, que a promessa de descentralização do moeda não é tão pura quanto parece.
Reação do mercado e a cadeia de informações
Com a divulgação dos documentos de Epstein, a probabilidade de que o “endereço de Satoshi Nakamoto tenha movimentado fundos em 2026” subiu de 6% para 8%. Essa pequena variação reflete uma reavaliação do mercado sobre o mistério da origem do Bitcoin. Traders começaram a considerar seriamente uma teoria conspiratória que antes era só um rumor de fórum: que Satoshi ainda estaria vivo, e que forças ocultas poderiam estar planejando algo grande.
Os mistérios ainda não resolvidos: a metade que ainda não foi revelada
Mais preocupante é que a divulgação completa dos documentos de Epstein ainda não terminou, e cerca de metade do conteúdo permanece oculto. Quantas revelações ainda podem vir à tona sobre a interseção entre criptomoedas e poder? Quantas das nossas crenças na “revolução descentralizada” já estão infiltradas por interesses ocultos?
David Schwartz, ex-CTO da Ripple, comentou: “Não quero parecer um conspiracionista, mas se isso for só a ponta do iceberg, não me surpreenderia.” Sua opinião reflete a ansiedade coletiva do setor.
Uma questão final
Ao olharmos para os últimos 15 anos, acreditávamos numa narrativa: que o Bitcoin foi criado por um gênio anónimo, uma solução puramente tecnológica, uma resistência definitiva ao sistema bancário central, uma revolução verdadeira de descentralização.
Mas e se essa narrativa for reescrita? E se Satoshi nunca tiver sido uma pessoa, mas um grupo com recursos e conexões? E se toda a origem do Bitcoin estiver repleta de operações de capital invisíveis e jogos de poder? E se essa “revolução descentralizada” já estivesse, desde o início, sob o controle de interesses específicos?
Então, cada Bitcoin que temos pode não representar nossa busca por liberdade e descentralização, mas ser uma ferramenta de poder invisível.
Só o tempo dirá. Mas, quando essa verdade vier à tona, pode ser mais pesada do que qualquer uma que imaginamos hoje.
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Documentos secretos de Epstein revelados: Por trás da Silk Road na dark web, o que mais foi escondido além da verdade sobre o Bitcoin
As últimas revelações sobre os documentos de Epstein estão a chocar toda a indústria das criptomoedas. O que está por trás desses documentos não é simplesmente um registo de investimentos pessoais, mas uma cadeia de capital oculta que atravessa toda a origem do Bitcoin — uma pista obscura que envolve elites do Vale do Silício, principais instituições de investimento e até infraestruturas da dark web. E o segredo central dessa pista é: Satoshi Nakamoto pode não ser uma pessoa.
Uma jogada de um bilionário: de Silk Road à Blockstream
Epstein começou a interessar-se pelo Bitcoin em 2011, quando o setor ainda era uma terra de ninguém. O preço do Bitcoin oscilava perto dos 30 dólares, com volumes anuais inferiores a 100 milhões de dólares, e a maioria das pessoas nunca tinha ouvido falar da tecnologia. Mas, na sua rede social, já estavam presentes figuras influentes do mundo cripto.
Peter Thiel, cofundador do PayPal, era um visitante frequente; ambos discutiram profundamente a economia do Bitcoin. Steven Sinofsky, membro do conselho da a16z, gabou-se de lucros dobrados com investimentos em Bitcoin. Boris Nikolic, conselheiro científico de Bill Gates, zombou nos emails sobre o funcionamento da Silk Road na dark web. Essas conversas aparentemente triviais revelam, na verdade, um envolvimento profundo dos elites do Vale do Silício com a tecnologia.
Ainda mais surpreendente é o investimento de Epstein na Blockstream, uma das principais operadoras de infraestrutura do Bitcoin, responsável pela direção técnica do Bitcoin Core. Epstein investiu 50 mil dólares na rodada seed. Mas essa aposta gerou um conflito inesperado: quando Austin Hill, cofundador da Blockstream, descobriu que Epstein tinha também investido na concorrente Ripple e Stellar, expressou raiva por email, e outros cofundadores exigiram cancelar ou reduzir as ações de Epstein. Essa turbulência nos bastidores mostra que a luta pelo controle do Bitcoin é mais intensa do que o público imagina.
Patrocinadores secretos do MIT: quem paga pelo núcleo do Bitcoin
Entre 2014 e 2015, a Bitcoin Foundation enfrentava dificuldades financeiras, e os desenvolvedores do Bitcoin Core também tinham receitas instáveis. Nesse momento crucial, o Media Lab do MIT começou a financiar esses desenvolvedores. De onde vinha esse dinheiro? De doações anónimas de Epstein.
Ou seja, o desenvolvimento mais crítico do Bitcoin ocorreu graças a um bilionário com extrema opacidade financeira. O diretor do Media Lab, Joi Ito, agradeceu publicamente, dizendo que o financiamento de Epstein “nos permitiu agir rapidamente e alcançar grandes feitos”, pois “muitas organizações queriam controlar o rumo do desenvolvimento do Bitcoin”. Essa frase é carregada de significado — indica uma corrente subterrânea de interesses tentando influenciar a tecnologia.
A resposta de Epstein foi curta e direta: “Gavin é inteligente.” Gavin Andresen foi o sucessor designado por Satoshi Nakamoto após sua saída, responsável pelo núcleo do código do Bitcoin. A avaliação de um bilionário notório sobre essa figura central revela seu profundo conhecimento do ecossistema.
A frase de 2016: Satoshi é um time
Em 2016, Epstein, ao conversar com um conselheiro da família real saudita sobre uma moeda digital compatível com a lei islâmica, soltou uma frase que mudou tudo: “Já conversei com alguns criadores do Bitcoin, eles estão muito empolgados.”
Note a expressão — “criadores”, no plural. Não se trata de uma pessoa, mas de uma equipe. Esse detalhe reacendeu uma reflexão na indústria: se até Epstein sabe quem realmente criou o Bitcoin, o que dirá o governo dos EUA? E as agências de inteligência globais?
Essa dedução aponta para uma realidade inquietante: Satoshi Nakamoto pode nunca ter sido um indivíduo anónimo, mas um grupo organizado, com recursos e conexões políticas. E, mais estranho ainda, esse grupo parece estar sob o controle de certas autoridades.
O mistério da mudança de postura: por que ele de repente virou cético em relação ao Bitcoin
Em 2017, quando alguém perguntou a Epstein se valia a pena comprar Bitcoin naquele momento, ele respondeu negativamente: “não vale a pena”. Na altura, o Bitcoin estava abaixo de 5 mil dólares, longe do pico histórico que viria depois. Essa mudança de atitude é desconcertante: se ele conhecia a equipe de criadores, por que passou a desacreditar na moeda?
Talvez ele tenha informações privilegiadas que desconhecemos. Talvez tenha percebido falhas técnicas, ou antevisto interferências de poderes na tecnologia, ou ainda, que a promessa de descentralização do moeda não é tão pura quanto parece.
Reação do mercado e a cadeia de informações
Com a divulgação dos documentos de Epstein, a probabilidade de que o “endereço de Satoshi Nakamoto tenha movimentado fundos em 2026” subiu de 6% para 8%. Essa pequena variação reflete uma reavaliação do mercado sobre o mistério da origem do Bitcoin. Traders começaram a considerar seriamente uma teoria conspiratória que antes era só um rumor de fórum: que Satoshi ainda estaria vivo, e que forças ocultas poderiam estar planejando algo grande.
Os mistérios ainda não resolvidos: a metade que ainda não foi revelada
Mais preocupante é que a divulgação completa dos documentos de Epstein ainda não terminou, e cerca de metade do conteúdo permanece oculto. Quantas revelações ainda podem vir à tona sobre a interseção entre criptomoedas e poder? Quantas das nossas crenças na “revolução descentralizada” já estão infiltradas por interesses ocultos?
David Schwartz, ex-CTO da Ripple, comentou: “Não quero parecer um conspiracionista, mas se isso for só a ponta do iceberg, não me surpreenderia.” Sua opinião reflete a ansiedade coletiva do setor.
Uma questão final
Ao olharmos para os últimos 15 anos, acreditávamos numa narrativa: que o Bitcoin foi criado por um gênio anónimo, uma solução puramente tecnológica, uma resistência definitiva ao sistema bancário central, uma revolução verdadeira de descentralização.
Mas e se essa narrativa for reescrita? E se Satoshi nunca tiver sido uma pessoa, mas um grupo com recursos e conexões? E se toda a origem do Bitcoin estiver repleta de operações de capital invisíveis e jogos de poder? E se essa “revolução descentralizada” já estivesse, desde o início, sob o controle de interesses específicos?
Então, cada Bitcoin que temos pode não representar nossa busca por liberdade e descentralização, mas ser uma ferramenta de poder invisível.
Só o tempo dirá. Mas, quando essa verdade vier à tona, pode ser mais pesada do que qualquer uma que imaginamos hoje.