Se você olhar atentamente para a equipa central de Trump atualmente, perceberá uma realidade bastante interessante: muitos personagens-chave, no passado, não só se opuseram a ele, como também o criticaram publicamente.
O exemplo mais típico é o vice-presidente JD. Vance. Em 2016, ele chegou a descrever Trump como o "homem perigoso" dos Estados Unidos, chegando a compará-lo com líderes extremistas da história, como Hitler, estando então claramente na oposição. Mas, alguns anos depois, ele gradualmente mudou de posição e passou a apoiar a linha de Trump, tornando-se hoje uma figura importante no movimento MAGA e entrando diretamente no núcleo do poder, realizando uma grande transformação de opositor a membro da sucessão. Outro exemplo é o secretário de Estado Marco Rubio. Durante as primárias republicanas de 2016, os dois eram concorrentes diretos, trocando ataques e tendo uma relação bastante tensa. Rubio chegou a questionar publicamente a capacidade e a qualificação de Trump. Contudo, com a mudança na configuração do poder dentro do Partido Republicano, ele passou a alinhar-se com Trump em questões de política externa e segurança nacional, tornando-se um dos membros-chave do seu governo. Há ainda Robert F. Kennedy Jr., cuja trajetória é ainda mais peculiar. Ele vinha do sistema democrata e tinha uma postura crítica em relação a Trump durante muito tempo. Após se candidatar como independente em 2024, acabou formando uma colaboração política com Trump e entrou na estrutura do governo. Essa mudança, na essência, não foi uma mudança de posição, mas uma típica reorganização de alianças políticas. Elon Musk (não faz parte do gabinete, mas tem uma influência enorme), estritamente falando, não é membro do gabinete, mas tem um impacto significativo. No passado: criticou várias vezes Trump, opôs-se às suas políticas climáticas, ao seu estilo de discurso, apoiando outros candidatos. Depois: aproximou-se gradualmente em temas como liberdade de expressão, regulação e políticas industriais, tornando-se um aliado externo importante do movimento de Trump.
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Se você olhar atentamente para a equipa central de Trump atualmente, perceberá uma realidade bastante interessante: muitos personagens-chave, no passado, não só se opuseram a ele, como também o criticaram publicamente.
O exemplo mais típico é o vice-presidente JD. Vance. Em 2016, ele chegou a descrever Trump como o "homem perigoso" dos Estados Unidos, chegando a compará-lo com líderes extremistas da história, como Hitler, estando então claramente na oposição. Mas, alguns anos depois, ele gradualmente mudou de posição e passou a apoiar a linha de Trump, tornando-se hoje uma figura importante no movimento MAGA e entrando diretamente no núcleo do poder, realizando uma grande transformação de opositor a membro da sucessão.
Outro exemplo é o secretário de Estado Marco Rubio. Durante as primárias republicanas de 2016, os dois eram concorrentes diretos, trocando ataques e tendo uma relação bastante tensa. Rubio chegou a questionar publicamente a capacidade e a qualificação de Trump. Contudo, com a mudança na configuração do poder dentro do Partido Republicano, ele passou a alinhar-se com Trump em questões de política externa e segurança nacional, tornando-se um dos membros-chave do seu governo.
Há ainda Robert F. Kennedy Jr., cuja trajetória é ainda mais peculiar. Ele vinha do sistema democrata e tinha uma postura crítica em relação a Trump durante muito tempo. Após se candidatar como independente em 2024, acabou formando uma colaboração política com Trump e entrou na estrutura do governo. Essa mudança, na essência, não foi uma mudança de posição, mas uma típica reorganização de alianças políticas.
Elon Musk (não faz parte do gabinete, mas tem uma influência enorme), estritamente falando, não é membro do gabinete, mas tem um impacto significativo.
No passado: criticou várias vezes Trump, opôs-se às suas políticas climáticas, ao seu estilo de discurso, apoiando outros candidatos. Depois: aproximou-se gradualmente em temas como liberdade de expressão, regulação e políticas industriais, tornando-se um aliado externo importante do movimento de Trump.