Enquanto os media se focam em títulos chamativos, há uma "ataque cardíaco" económica a acontecer agora em silêncio.
Os números não poupam ninguém, e o que acontece hoje nos mercados americanos não é apenas uma "correção", mas sim a pressão a atingir o ponto de explosão.
Estamos perante os piores níveis de crises institucionais e de subsistência desde o desastre de 2008.
1. A foice das grandes empresas Nas últimas três semanas, 18 grandes empresas entraram em falência.
Estamos a falar de empresas de biliões de dólares a desmoronar-se a uma taxa de 6 empresas por semana.
Este ritmo só foi visto no auge da pandemia e no fundo da crise de 2008.
Quando as empresas "pesadas" começam a colapsar assim, significa que a escassez de liquidez atingiu o osso.
2. O consumidor "moído" e as dívidas históricas O verdadeiro perigo não está apenas nos orçamentos, mas nos bolsos das pessoas.
As dívidas das famílias atingiram um número assustador: 18,8 trilhões de dólares.
Mas a tragédia não está no volume da dívida, mas na incapacidade de a pagar.
A taxa de incumprimento no pagamento de cartões de crédito subiu para 12,7%, um crescimento no incumprimento mais rápido do que vimos na crise de 2008!
. Geração jovem... a primeira vítima Preocupa que o grupo que impulsiona o consumo (18-39 anos) seja o mais incumpridor.
Quando os jovens perdem a capacidade de gastar devido ao acúmulo de dívidas de educação, automóveis e cartões, o motor principal da economia para de rodar.
Resumindo: O que isto significa para si? Estamos a viver no "fim do ciclo" (Late Cycle).
As empresas entram em falência, o consumidor fica em incumprimento, e as dívidas atingiram o seu pico histórico.
Esta combinação costuma ser seguida por uma "intervenção cirúrgica" do Federal Reserve através da redução das taxas de juro e do aumento da liquidez para salvar o que for possível,
mas a história ensina-nos que a intervenção muitas vezes ocorre após o dano real acontecer.
A minha recomendação: Não se deixe enganar pela aparente calma. Os sinais de "dívidas em incumprimento" e de "fluxos de falências" indicam que a tempestade já começou, e a questão agora é uma questão de tempo até vermos esse impacto nas empregos e nos mercados de forma direta.
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O que está a acontecer com a economia americana?
Enquanto os media se focam em títulos chamativos, há uma "ataque cardíaco" económica a acontecer agora em silêncio.
Os números não poupam ninguém,
e o que acontece hoje nos mercados americanos não é apenas uma "correção",
mas sim a pressão a atingir o ponto de explosão.
Estamos perante os piores níveis de crises institucionais e de subsistência desde o desastre de 2008.
1. A foice das grandes empresas
Nas últimas três semanas, 18 grandes empresas entraram em falência.
Estamos a falar de empresas de biliões de dólares a desmoronar-se a uma taxa de 6 empresas por semana.
Este ritmo só foi visto no auge da pandemia e no fundo da crise de 2008.
Quando as empresas "pesadas" começam a colapsar assim,
significa que a escassez de liquidez atingiu o osso.
2. O consumidor "moído" e as dívidas históricas
O verdadeiro perigo não está apenas nos orçamentos, mas nos bolsos das pessoas.
As dívidas das famílias atingiram um número assustador:
18,8 trilhões de dólares.
Mas a tragédia não está no volume da dívida,
mas na incapacidade de a pagar.
A taxa de incumprimento no pagamento de cartões de crédito subiu para 12,7%,
um crescimento no incumprimento mais rápido do que vimos na crise de 2008!
. Geração jovem... a primeira vítima
Preocupa que o grupo que impulsiona o consumo (18-39 anos) seja o mais incumpridor.
Quando os jovens perdem a capacidade de gastar devido ao acúmulo de dívidas de educação, automóveis e cartões,
o motor principal da economia para de rodar.
Resumindo:
O que isto significa para si?
Estamos a viver no "fim do ciclo" (Late Cycle).
As empresas entram em falência, o consumidor fica em incumprimento, e as dívidas atingiram o seu pico histórico.
Esta combinação costuma ser seguida por uma "intervenção cirúrgica" do Federal Reserve através da redução das taxas de juro e do aumento da liquidez para salvar o que for possível,
mas a história ensina-nos que a intervenção muitas vezes ocorre após o dano real acontecer.
A minha recomendação:
Não se deixe enganar pela aparente calma.
Os sinais de "dívidas em incumprimento" e de "fluxos de falências" indicam que a tempestade já começou, e a questão agora é uma questão de tempo até vermos esse impacto nas empregos e nos mercados de forma direta.
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