Primeira lição do ano novo: não sei como os outros estão, mas eu levei uma lição dura na bear market.
2026 acaba de começar, pensava que seria um ano de recomeço, mas a realidade não foi nada gentil. O mercado não teve uma preparação suave, foi direto a pressionar as pessoas no chão e friccionar repetidamente. A conta foi de retração a liquidação forçada em apenas alguns dias, sem tempo para recuperar o fôlego emocional.
Antes, achava que ainda conseguia aguentar, que a retração era apenas um processo, que a recuperação era uma questão de tempo. Mas, ao realmente entrar na zona profunda da bear market, percebi que, o mercado nunca vai poupar você só porque você insiste. Diante da tendência, emoções, crenças, até mesmo experiência, às vezes parecem muito leves.
O que essa perda trouxe não foi apenas uma redução numérica, mas uma espécie de despertar forçado, como se alguém tivesse apertado o botão de pausa. Percebi que muitas das minhas “estabilidades” eram apenas ilusões de um mercado em alta; muitas das “estratégias” eram apenas sorte que ainda não acabou. A bear market não ensina como ganhar dinheiro, mas certamente ensina — o que é reverenciar o mercado.
Porém, ser derrubado não significa o fim. Se a primeira lição do ano novo foi a perda, a segunda, provavelmente, é aprender a ir mais devagar, com mais segurança. Não pensar mais em uma recuperação rápida, primeiro, recuperar o ritmo, primeiro, aprender a sobreviver.
Neste mercado, quem realmente consegue ir longe nunca foi quem nunca perdeu, mas quem, após perder, consegue se levantar novamente.
Portanto, essa lição, embora doa bastante, talvez seja exatamente a taxa de matrícula que precisamos pagar.$SOL
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Primeira lição do ano novo: não sei como os outros estão, mas eu levei uma lição dura na bear market.
2026 acaba de começar, pensava que seria um ano de recomeço,
mas a realidade não foi nada gentil.
O mercado não teve uma preparação suave, foi direto a pressionar as pessoas no chão e friccionar repetidamente.
A conta foi de retração a liquidação forçada em apenas alguns dias,
sem tempo para recuperar o fôlego emocional.
Antes, achava que ainda conseguia aguentar,
que a retração era apenas um processo, que a recuperação era uma questão de tempo.
Mas, ao realmente entrar na zona profunda da bear market, percebi que,
o mercado nunca vai poupar você só porque você insiste.
Diante da tendência, emoções, crenças, até mesmo experiência,
às vezes parecem muito leves.
O que essa perda trouxe não foi apenas uma redução numérica,
mas uma espécie de despertar forçado, como se alguém tivesse apertado o botão de pausa.
Percebi que muitas das minhas “estabilidades” eram apenas ilusões de um mercado em alta;
muitas das “estratégias” eram apenas sorte que ainda não acabou.
A bear market não ensina como ganhar dinheiro,
mas certamente ensina — o que é reverenciar o mercado.
Porém, ser derrubado não significa o fim.
Se a primeira lição do ano novo foi a perda,
a segunda, provavelmente, é aprender a ir mais devagar, com mais segurança.
Não pensar mais em uma recuperação rápida,
primeiro, recuperar o ritmo,
primeiro, aprender a sobreviver.
Neste mercado,
quem realmente consegue ir longe nunca foi quem nunca perdeu,
mas quem, após perder, consegue se levantar novamente.
Portanto, essa lição, embora doa bastante,
talvez seja exatamente a taxa de matrícula que precisamos pagar.$SOL