Fonte: CritpoTendencia
Título Original: Resumen: las 5 noticias más destacadas de la semana en la industria de minería Bitcoin
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Visão geral do relatório semanal da indústria de mineração de Bitcoin
O mercado de criptomoedas fechou a semana na maioria das vezes com desempenho negativo. O preço do Bitcoin sofreu uma forte correção em um ambiente de mercado complexo, e a indústria de mineração de Bitcoin também enfrenta condições desfavoráveis. De acordo com os indicadores atuais, essa situação pode persistir por algum tempo.
Este relatório, de acordo com a prática habitual, resume as 5 notícias mais relevantes da semana na indústria. Os fatores mais destacados incluem a contínua queda na taxa de hash da rede, que é um indicador-chave para o funcionamento e segurança da blockchain da principal criptomoeda.
É importante destacar que a atividade de mineração digital desempenha um papel central no ecossistema de criptomoedas. Seu impacto se reflete tanto na liquidez do mercado quanto na estabilidade operacional da rede. Além disso, ela é uma parte fundamental da infraestrutura que permite o processamento e validação de transações.
Isso torna a monitorização do setor uma tarefa importante para os investidores. Simplificando, a situação da indústria de mineração de Bitcoin pode, em certa medida, influenciar o preço do Bitcoin, considerando a importância estrutural dessa atividade no sistema.
As 5 notícias mais importantes da semana sobre mineração de Bitcoin
Dificuldade do Bitcoin caiu para níveis de setembro
Bitdeer confirma vantagem sobre MARA
Mineradores digitais do Texas se preparam para fortes nevascas
Atividades de mineração na Geórgia crescem devido a preços baixos de energia
Etiópia anuncia novo plano de mineração digital
Dificuldade do Bitcoin caiu para níveis de setembro
Na quinta-feira, a dificuldade de mineração de Bitcoin caiu 3,28%, atingindo 141,67 T, um nível não visto desde setembro de 2025. Essa ajuste automático, realizado a cada duas semanas, funciona como um mecanismo de autorregulação para manter o intervalo de blocos próximo de 10 minutos. Essa redução oferece um alívio temporário para os mineradores que enfrentam requisitos computacionais cada vez maiores.
Esta é a segunda redução de dificuldade desde 2026, representando uma pausa moderada, mas oportuna, na atividade. Essa mudança coincide exatamente com a queda de 5,45% na receita por petahash (PH/s) na semana passada, o que pressionou as margens de lucro. A redução na dificuldade ajuda a compensar parcialmente essa situação, facilitando a manutenção de operações de mineração estáveis em um ambiente desafiador.
Basicamente, esse mecanismo garante que o calendário de emissão do Bitcoin permaneça previsível e resistente a manipulações, independentemente das mudanças na capacidade computacional da rede. Para os mineradores, essa queda abre uma janela de oportunidade para reorganizar e consolidar seus negócios em um mercado volátil.
Bitdeer confirma vantagem sobre MARA
A Bitdeer, com base na taxa total de hash, tornou-se a maior empresa de mineração de Bitcoin, superando a MARA. Em dezembro de 2025, sua capacidade combinada, incluindo mineração própria e serviços de hospedagem, atingiu 71 EH/s, enquanto a MARA tinha 61,7 EH/s. Esse crescimento foi impulsionado pelo uso de seu chip SEALMINER, de design próprio, que reduz significativamente o consumo de energia.
A maior eficiência de seus equipamentos permitiu à Bitdeer minerar 636 Bitcoins em dezembro, um aumento notável em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa optou por vender parte de seus Bitcoins para financiar uma expansão agressiva de centros de dados relacionados à inteligência artificial em diferentes países.
Ao mesmo tempo, a MARA continua focada em consolidar seus negócios de mineração com equipamentos da Bitmain, mantendo uma reserva de mais de 55.000 Bitcoins. Em termos de capitalização de mercado, a MARA mantém a liderança, avaliada em US$ 3,97 bilhões, ocupando a 7ª posição, enquanto a Bitdeer alcança US$ 3,37 bilhões, na 9ª posição.
Mineradores digitais do Texas se preparam para fortes nevascas
Uma forte tempestade de inverno varreu o sul dos Estados Unidos, ameaçando cerca de 60 milhões de pessoas. Diante de eventos climáticos extremos, os mineradores de Bitcoin geralmente reduzem voluntariamente suas atividades para aliviar a pressão na rede elétrica, atuando como recursos para estabilizar rapidamente a rede.
Nesse contexto de integração crescente de energias renováveis, essa ação se torna ainda mais importante. Os mineradores podem desligar seus equipamentos imediatamente quando a demanda por energia estiver no pico e reiniciá-los quando houver excesso de energia, absorvendo o excedente. Estima-se que essa flexibilidade economize dezenas de bilhões de dólares ao evitar a construção de usinas de gás de reserva.
Apesar da aproximação da tempestade, operadores de grande porte como a Bitdeer afirmam possuir protocolos específicos e não esperam interrupções significativas. Eles destacam que são considerados cargas flexíveis na rede do Texas e estão prontos para reduzir o consumo quando necessário, reafirmando o potencial da mineração de apoiar a infraestrutura energética durante crises.
Mineração na Geórgia cresce devido a preços baixos de energia
A Geórgia está passando por um crescimento significativo na mineração de Bitcoin, impulsionado por tarifas de energia baixas e um ambiente regulatório favorável. Segundo relatório recente, as fazendas de mineração consomem atualmente cerca de 5% da energia total do país, um aumento de quase 80% em relação ao ano anterior.
Esse avanço está relacionado ao alto valor dos ativos digitais em 2025 e às políticas governamentais destinadas a legalizar e regulamentar o setor.
O maior consumidor de energia é a AITEC Solution, com 403 milhões de kWh, seguida pela Texprint Corporation e pela TFZ Service LLC. Apesar de a Geórgia gerar energia principalmente por fontes renováveis, como hidrelétricas, o crescimento acelerado da demanda traz desafios à estabilidade do sistema.
Embora o estado mantenha uma política fiscal favorável à mineração desde 2019, também reforçou a supervisão para garantir um desenvolvimento ordenado.
Esse cenário contrasta com outros países da antiga União Soviética na região, onde a prosperidade da mineração provocou tensões. Por exemplo, a Rússia proibiu essa atividade em várias regiões e está avaliando punições severas para mineração ilegal.
Ao mesmo tempo, o Cazaquistão implementou tarifas mais altas e regulações rigorosas para gerenciar a demanda. A Geórgia pode considerar essa abordagem no futuro para equilibrar o crescimento do setor com a estabilidade energética do país.
Etiópia anuncia novo plano de mineração digital
A Etiópia anunciou um plano oficial para usar sua abundante capacidade de energia renovável na mineração de Bitcoin e outras criptomoedas.
A iniciativa foi confirmada pelo primeiro-ministro Abiy Ahmed, com o objetivo de impulsionar o crescimento econômico e fortalecer a inclusão financeira do país. As atividades de mineração serão gerenciadas pelo Fundo Soberano da Etiópia, alinhando-se à tendência crescente de participação estatal no setor.
O país planeja principalmente usar a energia hidrelétrica gerada pela barragem GERD para sustentar essas operações. Este anúncio representa uma mudança estratégica, visando ver o Bitcoin como uma possível reserva de valor soberana, além de sua utilização como atividade comercial.
No entanto, a expansão do setor já pressionou a rede elétrica, levando à suspensão de novas licenças de mineração no ano passado.
Com essa decisão, a Etiópia se junta a um grupo de países apoiados pelo Estado na mineração de Bitcoin, incluindo El Salvador, Rússia, Butão e Emirados Árabes Unidos. Essa iniciativa reflete uma tendência global, reforçada por políticas favoráveis às criptomoedas de economias de peso como os EUA.
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Relatório semanal de mineração de Bitcoin: ajuste de dificuldade, panorama competitivo do setor e dinâmicas de expansão global
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Visão geral do relatório semanal da indústria de mineração de Bitcoin
O mercado de criptomoedas fechou a semana na maioria das vezes com desempenho negativo. O preço do Bitcoin sofreu uma forte correção em um ambiente de mercado complexo, e a indústria de mineração de Bitcoin também enfrenta condições desfavoráveis. De acordo com os indicadores atuais, essa situação pode persistir por algum tempo.
Este relatório, de acordo com a prática habitual, resume as 5 notícias mais relevantes da semana na indústria. Os fatores mais destacados incluem a contínua queda na taxa de hash da rede, que é um indicador-chave para o funcionamento e segurança da blockchain da principal criptomoeda.
É importante destacar que a atividade de mineração digital desempenha um papel central no ecossistema de criptomoedas. Seu impacto se reflete tanto na liquidez do mercado quanto na estabilidade operacional da rede. Além disso, ela é uma parte fundamental da infraestrutura que permite o processamento e validação de transações.
Isso torna a monitorização do setor uma tarefa importante para os investidores. Simplificando, a situação da indústria de mineração de Bitcoin pode, em certa medida, influenciar o preço do Bitcoin, considerando a importância estrutural dessa atividade no sistema.
As 5 notícias mais importantes da semana sobre mineração de Bitcoin
Dificuldade do Bitcoin caiu para níveis de setembro
Na quinta-feira, a dificuldade de mineração de Bitcoin caiu 3,28%, atingindo 141,67 T, um nível não visto desde setembro de 2025. Essa ajuste automático, realizado a cada duas semanas, funciona como um mecanismo de autorregulação para manter o intervalo de blocos próximo de 10 minutos. Essa redução oferece um alívio temporário para os mineradores que enfrentam requisitos computacionais cada vez maiores.
Esta é a segunda redução de dificuldade desde 2026, representando uma pausa moderada, mas oportuna, na atividade. Essa mudança coincide exatamente com a queda de 5,45% na receita por petahash (PH/s) na semana passada, o que pressionou as margens de lucro. A redução na dificuldade ajuda a compensar parcialmente essa situação, facilitando a manutenção de operações de mineração estáveis em um ambiente desafiador.
Basicamente, esse mecanismo garante que o calendário de emissão do Bitcoin permaneça previsível e resistente a manipulações, independentemente das mudanças na capacidade computacional da rede. Para os mineradores, essa queda abre uma janela de oportunidade para reorganizar e consolidar seus negócios em um mercado volátil.
Bitdeer confirma vantagem sobre MARA
A Bitdeer, com base na taxa total de hash, tornou-se a maior empresa de mineração de Bitcoin, superando a MARA. Em dezembro de 2025, sua capacidade combinada, incluindo mineração própria e serviços de hospedagem, atingiu 71 EH/s, enquanto a MARA tinha 61,7 EH/s. Esse crescimento foi impulsionado pelo uso de seu chip SEALMINER, de design próprio, que reduz significativamente o consumo de energia.
A maior eficiência de seus equipamentos permitiu à Bitdeer minerar 636 Bitcoins em dezembro, um aumento notável em relação ao mesmo período do ano anterior. A empresa optou por vender parte de seus Bitcoins para financiar uma expansão agressiva de centros de dados relacionados à inteligência artificial em diferentes países.
Ao mesmo tempo, a MARA continua focada em consolidar seus negócios de mineração com equipamentos da Bitmain, mantendo uma reserva de mais de 55.000 Bitcoins. Em termos de capitalização de mercado, a MARA mantém a liderança, avaliada em US$ 3,97 bilhões, ocupando a 7ª posição, enquanto a Bitdeer alcança US$ 3,37 bilhões, na 9ª posição.
Mineradores digitais do Texas se preparam para fortes nevascas
Uma forte tempestade de inverno varreu o sul dos Estados Unidos, ameaçando cerca de 60 milhões de pessoas. Diante de eventos climáticos extremos, os mineradores de Bitcoin geralmente reduzem voluntariamente suas atividades para aliviar a pressão na rede elétrica, atuando como recursos para estabilizar rapidamente a rede.
Nesse contexto de integração crescente de energias renováveis, essa ação se torna ainda mais importante. Os mineradores podem desligar seus equipamentos imediatamente quando a demanda por energia estiver no pico e reiniciá-los quando houver excesso de energia, absorvendo o excedente. Estima-se que essa flexibilidade economize dezenas de bilhões de dólares ao evitar a construção de usinas de gás de reserva.
Apesar da aproximação da tempestade, operadores de grande porte como a Bitdeer afirmam possuir protocolos específicos e não esperam interrupções significativas. Eles destacam que são considerados cargas flexíveis na rede do Texas e estão prontos para reduzir o consumo quando necessário, reafirmando o potencial da mineração de apoiar a infraestrutura energética durante crises.
Mineração na Geórgia cresce devido a preços baixos de energia
A Geórgia está passando por um crescimento significativo na mineração de Bitcoin, impulsionado por tarifas de energia baixas e um ambiente regulatório favorável. Segundo relatório recente, as fazendas de mineração consomem atualmente cerca de 5% da energia total do país, um aumento de quase 80% em relação ao ano anterior.
Esse avanço está relacionado ao alto valor dos ativos digitais em 2025 e às políticas governamentais destinadas a legalizar e regulamentar o setor.
O maior consumidor de energia é a AITEC Solution, com 403 milhões de kWh, seguida pela Texprint Corporation e pela TFZ Service LLC. Apesar de a Geórgia gerar energia principalmente por fontes renováveis, como hidrelétricas, o crescimento acelerado da demanda traz desafios à estabilidade do sistema.
Embora o estado mantenha uma política fiscal favorável à mineração desde 2019, também reforçou a supervisão para garantir um desenvolvimento ordenado.
Esse cenário contrasta com outros países da antiga União Soviética na região, onde a prosperidade da mineração provocou tensões. Por exemplo, a Rússia proibiu essa atividade em várias regiões e está avaliando punições severas para mineração ilegal.
Ao mesmo tempo, o Cazaquistão implementou tarifas mais altas e regulações rigorosas para gerenciar a demanda. A Geórgia pode considerar essa abordagem no futuro para equilibrar o crescimento do setor com a estabilidade energética do país.
Etiópia anuncia novo plano de mineração digital
A Etiópia anunciou um plano oficial para usar sua abundante capacidade de energia renovável na mineração de Bitcoin e outras criptomoedas.
A iniciativa foi confirmada pelo primeiro-ministro Abiy Ahmed, com o objetivo de impulsionar o crescimento econômico e fortalecer a inclusão financeira do país. As atividades de mineração serão gerenciadas pelo Fundo Soberano da Etiópia, alinhando-se à tendência crescente de participação estatal no setor.
O país planeja principalmente usar a energia hidrelétrica gerada pela barragem GERD para sustentar essas operações. Este anúncio representa uma mudança estratégica, visando ver o Bitcoin como uma possível reserva de valor soberana, além de sua utilização como atividade comercial.
No entanto, a expansão do setor já pressionou a rede elétrica, levando à suspensão de novas licenças de mineração no ano passado.
Com essa decisão, a Etiópia se junta a um grupo de países apoiados pelo Estado na mineração de Bitcoin, incluindo El Salvador, Rússia, Butão e Emirados Árabes Unidos. Essa iniciativa reflete uma tendência global, reforçada por políticas favoráveis às criptomoedas de economias de peso como os EUA.