Fonte: CritpoTendência
Título Original: As criptomoedas e os bancos irão fundir-se num único sistema, afirma David Sacks
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Num futuro não muito distante, as criptomoedas e os bancos irão convergir para dar origem a um sistema financeiro digital unificado. Assim afirma David Sacks, que atua como consultor em matéria cripto e inteligência artificial na administração dos Estados Unidos. O especialista sustenta que as tensões entre ambos os setores alcançarão um ponto de equilíbrio natural.
Durante uma entrevista recente no programa Squawk Box da CNBC, o chamado “zar das criptomoedas” apostou numa convergência entre o mundo cripto e a banca tradicional. Os seus comentários surgem num contexto em que os bancos intensificam os seus esforços para limitar o avanço do setor cripto.
Estas instituições financeiras têm implementado uma estratégia de lobby orientada a proteger as suas margens e reduzir a concorrência. Na prática, isto implica tentar impedir que as criptomoedas reproduzam o seu modelo de negócio de forma mais eficiente e rentável para os investidores.
Nesse contexto, os bancos procuram modificar aspetos-chave da proposta de regulamentação CLARITY para alinhar a normativa com os seus próprios interesses.
Cabe destacar que, segundo o seu relatório de lobby correspondente a 2025, a associação bancária destinou cerca de $2 milhões para neutralizar pontos centrais dessa iniciativa legislativa.
No entanto, esta confrontação aberta entre bancos e criptomoedas teria uma saída clara: a unificação de ambos os setores, de acordo com a leitura que se desprende das declarações de Sacks.
Há um ponto de acordo entre os bancos e as criptomoedas?
Por enquanto, a proposta CLARITY permanece estagnada após enfrentar uma nova rejeição no Congresso. Esta situação reflete a pressão exercida pelo setor bancário para limitar a capacidade do ecossistema cripto de competir em igualdade de condições.
O eixo central do debate gira em torno da possibilidade de que os emissores de stablecoins ofereçam rendimentos. Do ponto de vista cripto, trata-se de um passo natural rumo a um sistema financeiro mais eficiente, rentável e seguro para os utilizadores. Para os bancos, por outro lado, o tema é percebido como uma ameaça direta ao seu modelo de negócio.
As entidades bancárias estão sujeitas a regulações rigorosas que as obrigam a oferecer rendimentos muito baixos sobre os depósitos. Ao mesmo tempo, plataformas cripto e exchanges podem oferecer retornos significativamente mais altos, o que resulta muito mais atrativo para os clientes.
Em termos simples, se a normativa habilitar recompensas sobre stablecoins, uma parte relevante dos depósitos poderia migrar dos bancos para o ecossistema cripto, colocando em risco a estabilidade do sistema bancário tradicional.
Do setor cripto, a leitura é oposta. Argumenta-se que os bancos buscam preservar estruturas pouco eficientes às custas dos utilizadores, e que ao frear um setor mais competitivo como a blockchain limita-se a inovação e prejudica-se os poupadores.
Segundo Sacks, essa tensão não será resolvida com vencedores e vencidos, mas através de uma convergência. Dessa integração surgiria um sistema de finanças digitais mais robusto, eficiente e alinhado com as necessidades dos utilizadores do século XXI.
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As criptomoedas e os bancos irão fundir-se num único sistema, afirma David Sacks
Fonte: CritpoTendência Título Original: As criptomoedas e os bancos irão fundir-se num único sistema, afirma David Sacks Link Original: Num futuro não muito distante, as criptomoedas e os bancos irão convergir para dar origem a um sistema financeiro digital unificado. Assim afirma David Sacks, que atua como consultor em matéria cripto e inteligência artificial na administração dos Estados Unidos. O especialista sustenta que as tensões entre ambos os setores alcançarão um ponto de equilíbrio natural.
Durante uma entrevista recente no programa Squawk Box da CNBC, o chamado “zar das criptomoedas” apostou numa convergência entre o mundo cripto e a banca tradicional. Os seus comentários surgem num contexto em que os bancos intensificam os seus esforços para limitar o avanço do setor cripto.
Estas instituições financeiras têm implementado uma estratégia de lobby orientada a proteger as suas margens e reduzir a concorrência. Na prática, isto implica tentar impedir que as criptomoedas reproduzam o seu modelo de negócio de forma mais eficiente e rentável para os investidores.
Nesse contexto, os bancos procuram modificar aspetos-chave da proposta de regulamentação CLARITY para alinhar a normativa com os seus próprios interesses.
Cabe destacar que, segundo o seu relatório de lobby correspondente a 2025, a associação bancária destinou cerca de $2 milhões para neutralizar pontos centrais dessa iniciativa legislativa.
No entanto, esta confrontação aberta entre bancos e criptomoedas teria uma saída clara: a unificação de ambos os setores, de acordo com a leitura que se desprende das declarações de Sacks.
Há um ponto de acordo entre os bancos e as criptomoedas?
Por enquanto, a proposta CLARITY permanece estagnada após enfrentar uma nova rejeição no Congresso. Esta situação reflete a pressão exercida pelo setor bancário para limitar a capacidade do ecossistema cripto de competir em igualdade de condições.
O eixo central do debate gira em torno da possibilidade de que os emissores de stablecoins ofereçam rendimentos. Do ponto de vista cripto, trata-se de um passo natural rumo a um sistema financeiro mais eficiente, rentável e seguro para os utilizadores. Para os bancos, por outro lado, o tema é percebido como uma ameaça direta ao seu modelo de negócio.
As entidades bancárias estão sujeitas a regulações rigorosas que as obrigam a oferecer rendimentos muito baixos sobre os depósitos. Ao mesmo tempo, plataformas cripto e exchanges podem oferecer retornos significativamente mais altos, o que resulta muito mais atrativo para os clientes.
Em termos simples, se a normativa habilitar recompensas sobre stablecoins, uma parte relevante dos depósitos poderia migrar dos bancos para o ecossistema cripto, colocando em risco a estabilidade do sistema bancário tradicional.
Do setor cripto, a leitura é oposta. Argumenta-se que os bancos buscam preservar estruturas pouco eficientes às custas dos utilizadores, e que ao frear um setor mais competitivo como a blockchain limita-se a inovação e prejudica-se os poupadores.
Segundo Sacks, essa tensão não será resolvida com vencedores e vencidos, mas através de uma convergência. Dessa integração surgiria um sistema de finanças digitais mais robusto, eficiente e alinhado com as necessidades dos utilizadores do século XXI.