✨Em 20 de janeiro de 2026, numa intervenção proferida na Sala de Imprensa da Casa Branca, o Presidente dos EUA, Donald Trump, destacou as conquistas económicas dos Estados Unidos. O discurso, realizado à tarde/noite, hora dos EUA, abordou temas como o défice comercial, o défice do orçamento federal e a segurança fronteiriça. Trump afirmou que, graças às tarifas, o défice comercial dos EUA tinha diminuído em 77% e que não haveria défice comercial no ano seguinte (2027). Também declarou que tinham reduzido o défice do orçamento federal em 27%, que a fronteira estava segura e que a economia estava a experimentar uma inflação zero. O discurso argumentou que Trump estava a colher os frutos das suas políticas de "America First" implementadas durante o seu segundo mandato. Estas declarações espalharam-se rapidamente na plataforma X e foram noticiadas por várias fontes de notícias. Por exemplo, foi reportado que o défice comercial tinha caído ao seu nível mais baixo desde 2009. O discurso também incluiu afirmações de que as tarifas contribuíram para a segurança nacional e trouxeram recordes de investimento estrangeiro.
✨O discurso do Presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, em 20 de janeiro de 2026, começou com uma afirmação que abalaria os mercados globais: "No próximo ano, os EUA não terão défice comercial." Esta declaração foi apresentada como uma vitória das políticas agressivas de tarifas implementadas durante o segundo mandato de Trump, destacando uma redução de 77% no défice comercial. No entanto, estas afirmações geraram debate entre especialistas económicos. Em última análise, o discurso de Trump afirma ter conduzido a economia dos EUA ao seu "período mais rico", mas o sucesso depende da aplicação equilibrada das tarifas. Os mercados irão testar esta afirmação; os próximos meses mostrarão se ela traz um verdadeiro "boom económico" ou uma nova tempestade comercial.
#TariffTensionsHitCryptoMarket
✨O discurso do Presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca, em 20 de janeiro de 2026, começou com uma afirmação que abalaria os mercados globais: "No próximo ano, os EUA não terão défice comercial." Esta declaração foi apresentada como uma vitória das políticas agressivas de tarifas implementadas durante o segundo mandato de Trump, destacando uma redução de 77% no défice comercial. No entanto, estas afirmações geraram debate entre especialistas económicos. Em última análise, o discurso de Trump afirma ter conduzido a economia dos EUA ao seu "período mais rico", mas o sucesso depende da aplicação equilibrada das tarifas. Os mercados irão testar esta afirmação; os próximos meses mostrarão se ela traz um verdadeiro "boom económico" ou uma nova tempestade comercial.
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