Criptomoedas, dados sensíveis dos utilizadores, operações bancárias online — tudo isto baseia-se num mecanismo fundamental: a encriptação. É este processo que transforma o texto comum, que compreendemos, numa sequência de caracteres completamente inacessível para quem não é destinatário.
Origens históricas da encriptação
O conceito de proteção da informação existe há muito mais tempo do que os computadores. O general romano Júlio César desenvolveu um dos primeiros sistemas de codificação — a cifra de César. O seu princípio era simples: cada letra da mensagem era deslocada por algumas posições no alfabeto. Embora este sistema tenha sido há muito comprometido, tornou-se no protótipo dos métodos modernos de proteção da informação e impulsionou o desenvolvimento de toda a área da criptografia.
Princípios básicos de encriptação
Na fase atual, a encriptação funciona com base em algoritmos e chaves criptográficas. A chave é uma informação específica que regula a transformação do texto legível (texto aberto) na sua versão indecifrável (texto encriptado). O processo de desencriptação realiza uma função inversa: usando a chave correta, devolve o texto codificado à sua forma original.
Existem duas principais variantes de encriptação na criptografia:
Cifras simétricas — uma chave serve tanto para codificar quanto para decodificar. É rápido, mas requer uma troca segura de chaves
Cifras assimétricas — utilizam duas chaves diferentes: uma para o processo de codificação, outra para a decodificação. Esta estrutura de duas chaves garante um nível superior de segurança para interações na rede e transações online
Por que a encriptação é necessária hoje
Desde a correspondência eletrônica até às transferências bancárias, desde dados pessoais em smartphones até à proteção distribuída de redes de criptomoedas — a encriptação está presente em todo o lado. Ela evoluiu de métodos primitivos, como o sistema de César, para algoritmos extremamente complexos que resistem aos ataques mais avançados de criptoanalistas.
Os métodos modernos de encriptação garantem uma transmissão confiável de informações confidenciais sem risco de interceptação por terceiros. São o garante da integridade dos sistemas descentralizados e a base da confiança no espaço digital.
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Como a criptografia protege os nossos dados no mundo digital
Criptomoedas, dados sensíveis dos utilizadores, operações bancárias online — tudo isto baseia-se num mecanismo fundamental: a encriptação. É este processo que transforma o texto comum, que compreendemos, numa sequência de caracteres completamente inacessível para quem não é destinatário.
Origens históricas da encriptação
O conceito de proteção da informação existe há muito mais tempo do que os computadores. O general romano Júlio César desenvolveu um dos primeiros sistemas de codificação — a cifra de César. O seu princípio era simples: cada letra da mensagem era deslocada por algumas posições no alfabeto. Embora este sistema tenha sido há muito comprometido, tornou-se no protótipo dos métodos modernos de proteção da informação e impulsionou o desenvolvimento de toda a área da criptografia.
Princípios básicos de encriptação
Na fase atual, a encriptação funciona com base em algoritmos e chaves criptográficas. A chave é uma informação específica que regula a transformação do texto legível (texto aberto) na sua versão indecifrável (texto encriptado). O processo de desencriptação realiza uma função inversa: usando a chave correta, devolve o texto codificado à sua forma original.
Existem duas principais variantes de encriptação na criptografia:
Por que a encriptação é necessária hoje
Desde a correspondência eletrônica até às transferências bancárias, desde dados pessoais em smartphones até à proteção distribuída de redes de criptomoedas — a encriptação está presente em todo o lado. Ela evoluiu de métodos primitivos, como o sistema de César, para algoritmos extremamente complexos que resistem aos ataques mais avançados de criptoanalistas.
Os métodos modernos de encriptação garantem uma transmissão confiável de informações confidenciais sem risco de interceptação por terceiros. São o garante da integridade dos sistemas descentralizados e a base da confiança no espaço digital.