A volatilidade continua a marcar o ritmo nos mercados de metais preciosos. Apesar de o preço do ouro e da prata hoje mostrar pressão de baixa, os especialistas concordam que existem fundamentos sólidos para um movimento de alta nos próximos meses.
Factores de pressão a curto prazo
Dois eventos-chave intensificaram as pressões descendentes esta semana. Em primeiro lugar, o reequilíbrio anual do Bloomberg Commodity Index reduziu significativamente a ponderação atribuída aos metais preciosos, o que gera vendas automáticas de fundos passivos que replicam este índice. Este movimento normalmente desencadeia a realização de lucros em ouro e prata.
Em segundo lugar, o CME Group voltou a aumentar as margens de garantia para contratos futuros destes metais. Desta vez, a prata experimentou um aumento de 28,6% nos seus requisitos de garantia, marcando a terceira subida em um mês. Estas medidas tendem a desacelerar o negociação especulativa e alavancada, freando temporariamente o ímpeto de alta.
A perspetiva institucional continua otimista
Apesar destas turbulências, Goldman Sachs e outras instituições financeiras mantêm uma visão construtiva. Embora o banco de investimento reconheça que a prata enfrentará maior volatilidade em comparação com o ouro, os analistas projetam que ambos os metais terão espaço para se recuperar ao longo do ano.
A combinação de pressões técnicas a curto prazo não invalida os fatores macroeconômicos de longo prazo que sustentaram a procura por estes ativos refúgio. Os especialistas alertam que os investidores devem diferenciar entre correções temporais e mudanças fundamentais na tendência principal.
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O panorama de ouro e prata enfrenta pressão, mas analistas veem potencial altista para 2026
A volatilidade continua a marcar o ritmo nos mercados de metais preciosos. Apesar de o preço do ouro e da prata hoje mostrar pressão de baixa, os especialistas concordam que existem fundamentos sólidos para um movimento de alta nos próximos meses.
Factores de pressão a curto prazo
Dois eventos-chave intensificaram as pressões descendentes esta semana. Em primeiro lugar, o reequilíbrio anual do Bloomberg Commodity Index reduziu significativamente a ponderação atribuída aos metais preciosos, o que gera vendas automáticas de fundos passivos que replicam este índice. Este movimento normalmente desencadeia a realização de lucros em ouro e prata.
Em segundo lugar, o CME Group voltou a aumentar as margens de garantia para contratos futuros destes metais. Desta vez, a prata experimentou um aumento de 28,6% nos seus requisitos de garantia, marcando a terceira subida em um mês. Estas medidas tendem a desacelerar o negociação especulativa e alavancada, freando temporariamente o ímpeto de alta.
A perspetiva institucional continua otimista
Apesar destas turbulências, Goldman Sachs e outras instituições financeiras mantêm uma visão construtiva. Embora o banco de investimento reconheça que a prata enfrentará maior volatilidade em comparação com o ouro, os analistas projetam que ambos os metais terão espaço para se recuperar ao longo do ano.
A combinação de pressões técnicas a curto prazo não invalida os fatores macroeconômicos de longo prazo que sustentaram a procura por estes ativos refúgio. Os especialistas alertam que os investidores devem diferenciar entre correções temporais e mudanças fundamentais na tendência principal.