O Congresso dos EUA avança na reforma da estrutura do mercado de criptomoedas, com o foco principal numa cláusula que parece longa e detalhada — as regras de prevenção de conflitos de interesse. Segundo o Punchbowl News, os deputados democratas Adam Schiff e Ruben Gallego apresentaram uma proposta de proteção no âmbito do projeto de lei republicano “Responsible Financial Innovation Act”, cujo núcleo é proibir que funcionários do governo obtenham lucros pessoais de negócios relacionados a criptomoedas, abrangendo todos os cargos públicos, incluindo o atual presidente Donald Trump.
Por que essa proposta é tão importante? Gallego afirmou claramente que a cláusula de normas éticas relacionadas é uma “linha vermelha” inegociável. Se não for tratada adequadamente, o projeto de lei terá dificuldades para obter votos suficientes no Senado. Isso reflete a postura firme do Partido Democrata quanto à separação entre poder e interesses comerciais, especialmente num momento em que a política de criptomoedas se torna um foco político.
O progresso do projeto de lei sobre a estrutura do mercado de criptomoedas não tem sido tranquilo. Desde o início da discussão no Senado em julho, o projeto foi atrasado por 43 dias devido à paralisação do governo. Até hoje, o projeto ainda está em andamento, e seu conteúdo pode incluir a expansão das competências da Commodity Futures Trading Commission (CFTC) na regulação de ativos digitais, o que impactará diretamente o funcionamento de toda a indústria de criptomoedas.
Vale destacar que a senadora de Wyoming, Cynthia Lummis, anunciou recentemente que não irá concorrer às eleições de 2026 para uma cadeira no Senado e deixará o cargo em janeiro de 2027. Lummis foi uma apoiadora inicial do projeto de lei, e sua saída pode alterar o equilíbrio político no Senado.
O presidente do Comitê de Bancos do Senado, Tim Scott, afirmou nesta semana que o comitê deve realizar uma votação de marcação na quinta-feira. No entanto, até o momento da reportagem, o calendário público oficial ainda não indicava uma votação prevista. Esse atraso evidencia ainda mais a complexidade do avanço do projeto de lei e sugere que as negociações nos bastidores continuam.
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Aumento da concorrência na regulamentação de criptomoedas: Como o Senado dos EUA está a tentar impedir o arrendamento de poder
O Congresso dos EUA avança na reforma da estrutura do mercado de criptomoedas, com o foco principal numa cláusula que parece longa e detalhada — as regras de prevenção de conflitos de interesse. Segundo o Punchbowl News, os deputados democratas Adam Schiff e Ruben Gallego apresentaram uma proposta de proteção no âmbito do projeto de lei republicano “Responsible Financial Innovation Act”, cujo núcleo é proibir que funcionários do governo obtenham lucros pessoais de negócios relacionados a criptomoedas, abrangendo todos os cargos públicos, incluindo o atual presidente Donald Trump.
Por que essa proposta é tão importante? Gallego afirmou claramente que a cláusula de normas éticas relacionadas é uma “linha vermelha” inegociável. Se não for tratada adequadamente, o projeto de lei terá dificuldades para obter votos suficientes no Senado. Isso reflete a postura firme do Partido Democrata quanto à separação entre poder e interesses comerciais, especialmente num momento em que a política de criptomoedas se torna um foco político.
O progresso do projeto de lei sobre a estrutura do mercado de criptomoedas não tem sido tranquilo. Desde o início da discussão no Senado em julho, o projeto foi atrasado por 43 dias devido à paralisação do governo. Até hoje, o projeto ainda está em andamento, e seu conteúdo pode incluir a expansão das competências da Commodity Futures Trading Commission (CFTC) na regulação de ativos digitais, o que impactará diretamente o funcionamento de toda a indústria de criptomoedas.
Vale destacar que a senadora de Wyoming, Cynthia Lummis, anunciou recentemente que não irá concorrer às eleições de 2026 para uma cadeira no Senado e deixará o cargo em janeiro de 2027. Lummis foi uma apoiadora inicial do projeto de lei, e sua saída pode alterar o equilíbrio político no Senado.
O presidente do Comitê de Bancos do Senado, Tim Scott, afirmou nesta semana que o comitê deve realizar uma votação de marcação na quinta-feira. No entanto, até o momento da reportagem, o calendário público oficial ainda não indicava uma votação prevista. Esse atraso evidencia ainda mais a complexidade do avanço do projeto de lei e sugere que as negociações nos bastidores continuam.