Recentemente, tenho visto muitas pessoas a gritar "Grandes investidores chegaram, os retalhistas estão feitos em pó", mas esse tipo de discurso já é bastante antigo. Tenho trabalhado há muitos anos na área de alocação de ativos em criptomoedas e, para ser honesto, a entrada de instituições na verdade abriu uma nova janela para os retalhistas, especialmente as ações de instituições financeiras licenciadas, que indicam que este mercado está a caminhar para uma fase mais profissional.



No caso do Banco de Comércio e Indústria da China (ICBC) com uma compra de 3,83 mil milhões, muitas pessoas apenas veem que o preço pode ser impulsionado para cima, mas o sinal por trás é que é o mais importante. Grandes bancos a fazerem isso mostram que os canais de conformidade já estão bem estabelecidos, o que é uma boa notícia para os retalhistas. Mas quero destacar um ponto: ao ver a entrada de instituições, não se deve seguir a tendência de colocar tudo em risco.

Primeiro, é preciso esclarecer um equívoco. A forma de atuar de instituições e retalhistas é essencialmente diferente. Instituições financeiras tradicionais como o ICBC alocam ativos em criptomoedas principalmente para hedge contra a depreciação da moeda fiduciária, ou seja, usam-nas como uma espécie de "seguro". Eles controlam suas posições de forma bastante rigorosa, geralmente variando entre 1% a 4% do total de ativos. O objetivo é uma proteção de risco estável a longo prazo, não especulação de curto prazo.

E os retalhistas, o que fazer? O mais importante é aprender a mentalidade das instituições, e não simplesmente copiar suas proporções de alocação. O conselho do Bank of America para clientes de alto patrimônio é bastante útil: se você é um investidor conservador, uma alocação de até 1% do total de ativos é mais adequada; se tiver maior tolerância ao risco, até 4%. Assim, pode aproveitar os benefícios da valorização dos ativos sem que uma única oscilação prejudique toda a carteira de investimentos.

No que diz respeito à operação prática, recomendo focar em duas direções principais. Primeiro, a escolha de canais de conformidade. A posse direta por parte de instituições é uma opção, mas para investidores comuns pode ser bastante complicado — gestão de chaves privadas, conformidade fiscal, tudo isso é trabalhoso. Utilizar produtos de exchanges regulamentadas ou de instituições licenciadas é mais seguro e tranquilo. Segundo, fazer ajustes periódicos e revisões. Não basta definir uma proporção de alocação e esquecer; o mercado muda rapidamente, por isso é importante revisar periodicamente se a sua alocação ainda corresponde ao seu perfil de risco, e fazer ajustes quando necessário.

De modo geral, a entrada de instituições no mercado é um sinal de maturidade, não uma ameaça. O mais importante é que os retalhistas encontrem o seu ritmo, usando a metodologia das instituições para otimizar suas estratégias de alocação, e não seguir a tendência de apostar tudo por impulso.
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