## Xe trung quốc chiếm gần 30% thị phần xe điện tại Anh—Motivação para a mudança na indústria automóvel
O mercado automóvel do Reino Unido está a passar por uma grande transformação. Dados da Associação de Fabricantes e Varejistas de Automóveis (SMMT) revelam que, entre os mais de 470.000 veículos elétricos vendidos no ano passado, quase 28% foram produzidos na China. Além dos veículos elétricos, os carros importados da China em geral conquistaram 13,5% do volume total de vendas do mercado—ou seja, a cada oito carros vendidos, um é proveniente deste país.
### As marcas chinesas de automóveis estão a fazer avanços significativos
A expansão das marcas chinesas no Reino Unido é impulsionada principalmente pelo desempenho excepcional da BYD, Jaecoo e Omoda, com um aumento total de vendas superior a 50% em relação ao ano anterior. Em particular, a BYD registou um crescimento de cinco vezes nas vendas neste mercado e agora é a maior retalhista de veículos elétricos a nível global desde 2025. A marca MG—um símbolo da indústria automóvel britânica—também está na lista de produtos de origem chinesa, pois é propriedade de investidores internacionais. Além disso, a Polestar (marca de veículos elétricos sueca) também possui operações de produção na China, e alguns modelos da Tesla são fabricados em Xangai.
### Veículos elétricos dominam o mercado britânico
Graças ao crescimento das marcas chinesas, os veículos elétricos atualmente representam 23,4% das vendas de veículos novos registados no ano passado, aumentando para 32,3% apenas no último mês do ano. Quando combinados com os híbridos, quase metade do total de veículos novos vendidos no Reino Unido atualmente são veículos movidos a bateria. Os híbridos plug-in destacam-se como o segmento de maior crescimento, com um aumento de 35% nas vendas, enquanto os veículos totalmente elétricos também registaram um aumento de 24%. Por outro lado, os veículos a gasolina e diesel caíram, respetivamente, 8% e 15%.
O volume total de vendas de veículos novos no Reino Unido no ano passado aumentou 3,5%, atingindo 2,02 milhões de unidades, o maior desde 2019. Este crescimento reflete o compromisso do governo trabalhista de eliminar completamente os veículos a gasolina e diesel novos até 2030, e os híbridos até 2035.
### Preocupações com a dependência das importações
No entanto, o crescimento acelerado das marcas chinesas também despertou preocupações. Tanto a União Europeia quanto os Estados Unidos implementaram medidas restritivas, devido a preocupações com subsídios estatais e riscos de segurança. Estima-se que o governo chinês tenha investido pelo menos 230 mil milhões de dólares (cerca de 170 mil milhões de libras) na área de veículos elétricos entre 2009 e 2023. Em resposta, os EUA aplicaram uma tarifa de 100% sobre veículos elétricos importados da China, efetivamente proibindo-os do mercado, enquanto a UE também impôs tarifas de importação elevadas. Por outro lado, o governo britânico atualmente afirma que não planeja aplicar tarifas sobre veículos importados da China.
### Pressões decorrentes de requisitos legais
Outro desafio que se torna cada vez mais evidente é que a velocidade de adoção de veículos elétricos ainda não atinge as metas legais. As regulamentações para veículos sem emissões estabelecem uma meta de 28% de vendas de veículos novos elétricos até 2025, mas o valor real atingido foi de apenas 23,4%—ainda abaixo dos 19,6% de 2024, contra uma meta de 22%. A situação ficará ainda mais difícil à medida que as regulamentações forem reforçadas, exigindo que um terço do total de veículos novos seja elétrico.
### Fabricantes enfrentam pressões econômicas
Para atingir as metas, os fabricantes de automóveis gastaram um total de 5,5 bilhões de libras no ano passado para subsidiar os preços dos veículos elétricos, o que equivale a uma média de 11.000 libras por carro. As empresas que não cumprirem as metas serão multadas em 12.000 libras por veículo não conforme. A SMMT afirma que esses gastos não são sustentáveis e pede ao governo que reavalie as atuais exigências. Mike Hawes, diretor executivo da SMMT, aponta que essa regulamentação está a forçar a indústria além das necessidades reais dos consumidores. Ele propõe acelerar a revisão das regulamentações (prevista para 2027), para que seja realizada ainda neste ano.
Entretanto, a União Europeia adiou a proibição de motores de combustão interna de 2035 para 2040, mas o Reino Unido mantém-se firme no seu cronograma original.
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## Xe trung quốc chiếm gần 30% thị phần xe điện tại Anh—Motivação para a mudança na indústria automóvel
O mercado automóvel do Reino Unido está a passar por uma grande transformação. Dados da Associação de Fabricantes e Varejistas de Automóveis (SMMT) revelam que, entre os mais de 470.000 veículos elétricos vendidos no ano passado, quase 28% foram produzidos na China. Além dos veículos elétricos, os carros importados da China em geral conquistaram 13,5% do volume total de vendas do mercado—ou seja, a cada oito carros vendidos, um é proveniente deste país.
### As marcas chinesas de automóveis estão a fazer avanços significativos
A expansão das marcas chinesas no Reino Unido é impulsionada principalmente pelo desempenho excepcional da BYD, Jaecoo e Omoda, com um aumento total de vendas superior a 50% em relação ao ano anterior. Em particular, a BYD registou um crescimento de cinco vezes nas vendas neste mercado e agora é a maior retalhista de veículos elétricos a nível global desde 2025. A marca MG—um símbolo da indústria automóvel britânica—também está na lista de produtos de origem chinesa, pois é propriedade de investidores internacionais. Além disso, a Polestar (marca de veículos elétricos sueca) também possui operações de produção na China, e alguns modelos da Tesla são fabricados em Xangai.
### Veículos elétricos dominam o mercado britânico
Graças ao crescimento das marcas chinesas, os veículos elétricos atualmente representam 23,4% das vendas de veículos novos registados no ano passado, aumentando para 32,3% apenas no último mês do ano. Quando combinados com os híbridos, quase metade do total de veículos novos vendidos no Reino Unido atualmente são veículos movidos a bateria. Os híbridos plug-in destacam-se como o segmento de maior crescimento, com um aumento de 35% nas vendas, enquanto os veículos totalmente elétricos também registaram um aumento de 24%. Por outro lado, os veículos a gasolina e diesel caíram, respetivamente, 8% e 15%.
O volume total de vendas de veículos novos no Reino Unido no ano passado aumentou 3,5%, atingindo 2,02 milhões de unidades, o maior desde 2019. Este crescimento reflete o compromisso do governo trabalhista de eliminar completamente os veículos a gasolina e diesel novos até 2030, e os híbridos até 2035.
### Preocupações com a dependência das importações
No entanto, o crescimento acelerado das marcas chinesas também despertou preocupações. Tanto a União Europeia quanto os Estados Unidos implementaram medidas restritivas, devido a preocupações com subsídios estatais e riscos de segurança. Estima-se que o governo chinês tenha investido pelo menos 230 mil milhões de dólares (cerca de 170 mil milhões de libras) na área de veículos elétricos entre 2009 e 2023. Em resposta, os EUA aplicaram uma tarifa de 100% sobre veículos elétricos importados da China, efetivamente proibindo-os do mercado, enquanto a UE também impôs tarifas de importação elevadas. Por outro lado, o governo britânico atualmente afirma que não planeja aplicar tarifas sobre veículos importados da China.
### Pressões decorrentes de requisitos legais
Outro desafio que se torna cada vez mais evidente é que a velocidade de adoção de veículos elétricos ainda não atinge as metas legais. As regulamentações para veículos sem emissões estabelecem uma meta de 28% de vendas de veículos novos elétricos até 2025, mas o valor real atingido foi de apenas 23,4%—ainda abaixo dos 19,6% de 2024, contra uma meta de 22%. A situação ficará ainda mais difícil à medida que as regulamentações forem reforçadas, exigindo que um terço do total de veículos novos seja elétrico.
### Fabricantes enfrentam pressões econômicas
Para atingir as metas, os fabricantes de automóveis gastaram um total de 5,5 bilhões de libras no ano passado para subsidiar os preços dos veículos elétricos, o que equivale a uma média de 11.000 libras por carro. As empresas que não cumprirem as metas serão multadas em 12.000 libras por veículo não conforme. A SMMT afirma que esses gastos não são sustentáveis e pede ao governo que reavalie as atuais exigências. Mike Hawes, diretor executivo da SMMT, aponta que essa regulamentação está a forçar a indústria além das necessidades reais dos consumidores. Ele propõe acelerar a revisão das regulamentações (prevista para 2027), para que seja realizada ainda neste ano.
Entretanto, a União Europeia adiou a proibição de motores de combustão interna de 2035 para 2040, mas o Reino Unido mantém-se firme no seu cronograma original.