A pressão regulatória do Reino Unido sobre o X acabou de intensificar-se. O ministro do governo britânico emitiu um aviso severo de que a plataforma será "tratada" após a controvérsia do deepfake envolvendo o Grok, a ferramenta de IA desenvolvida pela equipa de Elon Musk. Isto acontece numa altura em que as tensões aumentam entre o X e a Ofcom — o regulador de comunicações do Reino Unido — devido às investigações em curso sobre as práticas de moderação de conteúdo da plataforma.
Musk não se poupou na sua resposta, retaliando contra a Ofcom pela sua investigação à empresa. O confronto destaca o crescente atrito entre as principais plataformas tecnológicas e os reguladores europeus, especialmente em relação ao conteúdo gerado por IA e aos controlos de media sintética. Para os utilizadores e atores da indústria que acompanham o espaço cripto e Web3, este aperto regulatório nas plataformas mainstream serve como um lembrete de como os governos em todo o mundo estão a reforçar o seu controlo sobre os padrões de conteúdo digital.
O cenário de proibição do Grok no Reino Unido demonstra um padrão mais amplo: os governos estão a avançar mais rapidamente na regulamentação de IA do que a maioria das empresas previa. Se isto estabelece um precedente para outros mercados, ainda está por ver, mas a mensagem é clara — o escrutínio regulatório sobre ferramentas de IA e moderação de conteúdo não vai diminuir tão cedo.
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A pressão regulatória do Reino Unido sobre o X acabou de intensificar-se. O ministro do governo britânico emitiu um aviso severo de que a plataforma será "tratada" após a controvérsia do deepfake envolvendo o Grok, a ferramenta de IA desenvolvida pela equipa de Elon Musk. Isto acontece numa altura em que as tensões aumentam entre o X e a Ofcom — o regulador de comunicações do Reino Unido — devido às investigações em curso sobre as práticas de moderação de conteúdo da plataforma.
Musk não se poupou na sua resposta, retaliando contra a Ofcom pela sua investigação à empresa. O confronto destaca o crescente atrito entre as principais plataformas tecnológicas e os reguladores europeus, especialmente em relação ao conteúdo gerado por IA e aos controlos de media sintética. Para os utilizadores e atores da indústria que acompanham o espaço cripto e Web3, este aperto regulatório nas plataformas mainstream serve como um lembrete de como os governos em todo o mundo estão a reforçar o seu controlo sobre os padrões de conteúdo digital.
O cenário de proibição do Grok no Reino Unido demonstra um padrão mais amplo: os governos estão a avançar mais rapidamente na regulamentação de IA do que a maioria das empresas previa. Se isto estabelece um precedente para outros mercados, ainda está por ver, mas a mensagem é clara — o escrutínio regulatório sobre ferramentas de IA e moderação de conteúdo não vai diminuir tão cedo.