Deux variantes do USDT circulam no mercado de criptomoedas, implantadas em infraestruturas blockchain distintas. Esta dualidade causa confusão para muitos, mas faz sentido uma vez explicada corretamente.
A base: por que múltiplas redes para uma mesma moeda?
O USDT, este stablecoin atrelado ao dólar americano, não funciona numa única rede blockchain. Este é um ponto fundamental a reter: as criptomoedas dependem da tecnologia blockchain para armazenamento e transmissão, e uma mesma moeda digital pode ser emitida e circulada em várias redes diferentes.
Pense nisso como vários sistemas de pagamento paralelos: uma mesma moeda emitida por instituições diferentes, operando de forma autónoma mas produzindo um valor idêntico. É exatamente o caso do USDT.
As duas redes do USDT
A Tether, a empresa que emite o USDT, escolheu duas blockchains principais para o seu deployment:
Ethereum (rede ERC20): O USDT pode circular via a blockchain Ethereum, a rede descentralizada mais utilizada após o Bitcoin. Esta versão é designada pelo acrónimo USDT ERC20, onde “ERC20” indica o padrão técnico dos tokens na Ethereum.
Tron (rede TRC20): O USDT também está acessível via a blockchain Tron, propriedade da mesma entidade Tether. Esta variante chama-se USDT TRC20, sendo o padrão TRC20 aquele dos ativos na Tron.
Qual a diferença concreta?
A distinção principal concerne aos custos de transação. A rede Tron apresenta taxas significativamente mais baixas do que a rede Ethereum, tornando o USDT TRC20 muito mais económico para transferências frequentes. Por isso, muitos utilizadores preferem esta versão para as suas trocas habituais.
Em termos de valor, uma unidade de USDT TRC20 equivale exatamente a uma unidade de USDT ERC20 – ambas representam um dólar americano. A diferença é puramente técnica e económica, não fiduciária.
Como as distinguir?
Cada versão possui o seu próprio logótipo e identificadores visuais específicos. Antes de realizar uma transação, é crucial verificar a versão que está a usar para evitar erros de roteamento. Um erro de seleção pode complicar um envio ou uma recepção, daí a importância deste conhecimento prático.
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USDT TRC20 versus ERC20 : Compreender as duas variantes do stablecoin
Deux variantes do USDT circulam no mercado de criptomoedas, implantadas em infraestruturas blockchain distintas. Esta dualidade causa confusão para muitos, mas faz sentido uma vez explicada corretamente.
A base: por que múltiplas redes para uma mesma moeda?
O USDT, este stablecoin atrelado ao dólar americano, não funciona numa única rede blockchain. Este é um ponto fundamental a reter: as criptomoedas dependem da tecnologia blockchain para armazenamento e transmissão, e uma mesma moeda digital pode ser emitida e circulada em várias redes diferentes.
Pense nisso como vários sistemas de pagamento paralelos: uma mesma moeda emitida por instituições diferentes, operando de forma autónoma mas produzindo um valor idêntico. É exatamente o caso do USDT.
As duas redes do USDT
A Tether, a empresa que emite o USDT, escolheu duas blockchains principais para o seu deployment:
Ethereum (rede ERC20): O USDT pode circular via a blockchain Ethereum, a rede descentralizada mais utilizada após o Bitcoin. Esta versão é designada pelo acrónimo USDT ERC20, onde “ERC20” indica o padrão técnico dos tokens na Ethereum.
Tron (rede TRC20): O USDT também está acessível via a blockchain Tron, propriedade da mesma entidade Tether. Esta variante chama-se USDT TRC20, sendo o padrão TRC20 aquele dos ativos na Tron.
Qual a diferença concreta?
A distinção principal concerne aos custos de transação. A rede Tron apresenta taxas significativamente mais baixas do que a rede Ethereum, tornando o USDT TRC20 muito mais económico para transferências frequentes. Por isso, muitos utilizadores preferem esta versão para as suas trocas habituais.
Em termos de valor, uma unidade de USDT TRC20 equivale exatamente a uma unidade de USDT ERC20 – ambas representam um dólar americano. A diferença é puramente técnica e económica, não fiduciária.
Como as distinguir?
Cada versão possui o seu próprio logótipo e identificadores visuais específicos. Antes de realizar uma transação, é crucial verificar a versão que está a usar para evitar erros de roteamento. Um erro de seleção pode complicar um envio ou uma recepção, daí a importância deste conhecimento prático.