Estar colado à tela 24/7 já não tem o mesmo impacto de antes. Há 15-20 anos, estar constantemente online parecia valioso—agora? Talvez valha apenas uma fração disso. A verdadeira mudança que está a acontecer em breve é as pessoas perceberem esta realidade: na verdade, não precisam de perseguir aquele esforço infinito em que estão sempre ligados, sempre de serviço. Esse estilo de vida mata as suas ligações reais—os amigos desaparecem, o tempo com a família desaparece, os momentos face a face tornam-se raros. Mais pessoas estão a questionar se a conectividade constante vale mesmo o custo. O futuro pode ser apenas as pessoas a recuar, a recuperar relações reais, e a perceber que a presença offline realmente importa.
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Estar colado à tela 24/7 já não tem o mesmo impacto de antes. Há 15-20 anos, estar constantemente online parecia valioso—agora? Talvez valha apenas uma fração disso. A verdadeira mudança que está a acontecer em breve é as pessoas perceberem esta realidade: na verdade, não precisam de perseguir aquele esforço infinito em que estão sempre ligados, sempre de serviço. Esse estilo de vida mata as suas ligações reais—os amigos desaparecem, o tempo com a família desaparece, os momentos face a face tornam-se raros. Mais pessoas estão a questionar se a conectividade constante vale mesmo o custo. O futuro pode ser apenas as pessoas a recuar, a recuperar relações reais, e a perceber que a presença offline realmente importa.