Deep Tide TechFlow Notícias, 12 de janeiro, de acordo com a CoinDesk, a Dubai Financial Services Authority (DFSA) proibiu totalmente os tokens de privacidade no Dubai International Financial Centre (DIFC), alegando que esses ativos não são compatíveis com os padrões globais de conformidade e apresentam riscos de lavagem de dinheiro e conformidade com sanções.
A estrutura regulatória atualizada para tokens criptográficos entrou em vigor em 12 de janeiro, transferindo a responsabilidade de aprovação de tokens para as empresas, ao mesmo tempo que restringe a definição de stablecoins. A DFSA limitou a categoria de “tokens criptográficos fiduciários” a tokens vinculados a moedas fiduciárias e apoiados por ativos líquidos de alta qualidade, capazes de atender às demandas de resgate durante períodos de pressão de mercado.
Elizabeth Wallace, vice-diretora de políticas e legislação da DFSA, afirmou que os tokens de privacidade possuem funções que ocultam o histórico de transações e os detentores, tornando quase impossível para as empresas cumprirem os requisitos do Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI). As novas regras também proíbem que empresas reguladas usem ou forneçam ferramentas de privacidade, como mixers e tumblers, que ocultam detalhes de transações.
Além disso, stablecoins algorítmicas como Ethena não são consideradas stablecoins sob o framework do DIFC, mas sim classificadas como tokens criptográficos.
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Dubai irá proibir tokens de privacidade e reforçar a regulamentação de stablecoins, com o novo quadro regulatório a entrar em vigor em 12 de janeiro.
Deep Tide TechFlow Notícias, 12 de janeiro, de acordo com a CoinDesk, a Dubai Financial Services Authority (DFSA) proibiu totalmente os tokens de privacidade no Dubai International Financial Centre (DIFC), alegando que esses ativos não são compatíveis com os padrões globais de conformidade e apresentam riscos de lavagem de dinheiro e conformidade com sanções.
A estrutura regulatória atualizada para tokens criptográficos entrou em vigor em 12 de janeiro, transferindo a responsabilidade de aprovação de tokens para as empresas, ao mesmo tempo que restringe a definição de stablecoins. A DFSA limitou a categoria de “tokens criptográficos fiduciários” a tokens vinculados a moedas fiduciárias e apoiados por ativos líquidos de alta qualidade, capazes de atender às demandas de resgate durante períodos de pressão de mercado.
Elizabeth Wallace, vice-diretora de políticas e legislação da DFSA, afirmou que os tokens de privacidade possuem funções que ocultam o histórico de transações e os detentores, tornando quase impossível para as empresas cumprirem os requisitos do Grupo de Ação Financeira Internacional (GAFI). As novas regras também proíbem que empresas reguladas usem ou forneçam ferramentas de privacidade, como mixers e tumblers, que ocultam detalhes de transações.
Além disso, stablecoins algorítmicas como Ethena não são consideradas stablecoins sob o framework do DIFC, mas sim classificadas como tokens criptográficos.