Novembro passado deixou uma marca profunda no mercado de criptomoedas, quando o Bitcoin passou pelo período mais difícil desde 2022. Segundo dados da BeInCrypto, o BTC caiu 17,28% nesses 30 dias, ficando atrás apenas de fevereiro, com uma queda de 17,39%, tornando-se a segunda pior performance do ano.
Capital institucional a retirar-se do mercado
A pressão de venda foi principalmente impulsionada pela retirada de fundos de investidores institucionais. Segundo dados da SoSo Value, os produtos ETF de Bitcoin tiveram uma saída de capital de até 3,48 bilhões de dólares ao longo do mês, sendo o segundo maior valor de retirada desde o lançamento oficial dessas ferramentas em 2024. Essa movimentação reflete a insegurança dos grandes investidores em um mercado volátil.
Pressões de fatores macroeconômicos
Além da mudança de foco por parte das instituições, o Bitcoin também enfrentou uma série de desafios provenientes da economia global. As novas políticas fiscais dos EUA e as incertezas sobre a política monetária criaram um clima de apreensão em todo o mercado de ativos de risco.
Pequenos investidores capitulam em massa
Dados da Glassnode mostram que a situação se agravou ao observar o comportamento dos investidores individuais. As perdas reais dos detentores de curto prazo atingiram um recorde, com uma média de 7 dias de 427 milhões de dólares em prejuízo por dia – o maior desde novembro de 2022. Um sinal claro de que os investidores estão vendendo em pânico.
A combinação de saída de fundos institucionais, preocupações macroeconômicas e a capitulação dos pequenos investidores criou uma forte onda de vendas, fazendo com que a performance do Bitcoin em novembro fosse um dos meses mais ruins da história recente.
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Novembro é o verão do BTC: O desempenho da fórmula registra uma venda histórica
Novembro passado deixou uma marca profunda no mercado de criptomoedas, quando o Bitcoin passou pelo período mais difícil desde 2022. Segundo dados da BeInCrypto, o BTC caiu 17,28% nesses 30 dias, ficando atrás apenas de fevereiro, com uma queda de 17,39%, tornando-se a segunda pior performance do ano.
Capital institucional a retirar-se do mercado
A pressão de venda foi principalmente impulsionada pela retirada de fundos de investidores institucionais. Segundo dados da SoSo Value, os produtos ETF de Bitcoin tiveram uma saída de capital de até 3,48 bilhões de dólares ao longo do mês, sendo o segundo maior valor de retirada desde o lançamento oficial dessas ferramentas em 2024. Essa movimentação reflete a insegurança dos grandes investidores em um mercado volátil.
Pressões de fatores macroeconômicos
Além da mudança de foco por parte das instituições, o Bitcoin também enfrentou uma série de desafios provenientes da economia global. As novas políticas fiscais dos EUA e as incertezas sobre a política monetária criaram um clima de apreensão em todo o mercado de ativos de risco.
Pequenos investidores capitulam em massa
Dados da Glassnode mostram que a situação se agravou ao observar o comportamento dos investidores individuais. As perdas reais dos detentores de curto prazo atingiram um recorde, com uma média de 7 dias de 427 milhões de dólares em prejuízo por dia – o maior desde novembro de 2022. Um sinal claro de que os investidores estão vendendo em pânico.
A combinação de saída de fundos institucionais, preocupações macroeconômicas e a capitulação dos pequenos investidores criou uma forte onda de vendas, fazendo com que a performance do Bitcoin em novembro fosse um dos meses mais ruins da história recente.