O Bank of America publicou recentemente um relatório com uma nova avaliação das perspetivas do mercado de metais preciosos. A equipa de estrategas do banco acredita que o preço do ouro poderá ultrapassar os 5000 dólares por onça em 2026, representando um potencial de valorização significativo em relação aos níveis atuais.
Política como principal suporte
O Bank of America destaca que a recente tendência de subida do ouro não é passageira. O ambiente de política económica único dos Estados Unidos fornece uma base de suporte de longo prazo para os metais preciosos. Embora do ponto de vista técnico o ouro já esteja numa posição elevada, do ponto de vista da alocação de ativos, ainda existe uma insuficiência na sua distribuição. Em outras palavras, mesmo que os preços atuais não sejam baixos, o entusiasmo do mercado pela sua alocação é relativamente limitado.
Meta de preço médio e pressão de oferta
Em termos de previsões específicas, o Bank of America espera que o preço médio do ouro em 2026 atinja os 4538 dólares por onça. Esta previsão baseia-se em múltiplos fatores fundamentais — o fornecimento de minerais torna-se cada vez mais apertado, os stocks de spot permanecem baixos, e a estrutura de procura global está desequilibrada, elevando conjuntamente o valor de longo prazo dos metais preciosos.
Perspetivas divergentes para os metais preciosos
O Bank of America também ajustou em alta as previsões de preço para o cobre, alumínio, prata e platina em 2026, demonstrando otimismo em relação ao setor dos metais preciosos como um todo. Contudo, é importante notar que a oferta de paládio apresenta uma configuração diferente — o banco acredita que o paládio ainda enfrenta uma pressão de excesso de oferta, pelo que não foi incluído na lista de metais com perspetivas de alta. Esta diferença reflete as grandes disparidades nos fundamentos de diferentes metais, e os investidores devem ter isso em conta na sua alocação.
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O preço do ouro nos EUA atinge os 5000 dólares? Instituições preveem novo recorde de ouro em 2026
O Bank of America publicou recentemente um relatório com uma nova avaliação das perspetivas do mercado de metais preciosos. A equipa de estrategas do banco acredita que o preço do ouro poderá ultrapassar os 5000 dólares por onça em 2026, representando um potencial de valorização significativo em relação aos níveis atuais.
Política como principal suporte
O Bank of America destaca que a recente tendência de subida do ouro não é passageira. O ambiente de política económica único dos Estados Unidos fornece uma base de suporte de longo prazo para os metais preciosos. Embora do ponto de vista técnico o ouro já esteja numa posição elevada, do ponto de vista da alocação de ativos, ainda existe uma insuficiência na sua distribuição. Em outras palavras, mesmo que os preços atuais não sejam baixos, o entusiasmo do mercado pela sua alocação é relativamente limitado.
Meta de preço médio e pressão de oferta
Em termos de previsões específicas, o Bank of America espera que o preço médio do ouro em 2026 atinja os 4538 dólares por onça. Esta previsão baseia-se em múltiplos fatores fundamentais — o fornecimento de minerais torna-se cada vez mais apertado, os stocks de spot permanecem baixos, e a estrutura de procura global está desequilibrada, elevando conjuntamente o valor de longo prazo dos metais preciosos.
Perspetivas divergentes para os metais preciosos
O Bank of America também ajustou em alta as previsões de preço para o cobre, alumínio, prata e platina em 2026, demonstrando otimismo em relação ao setor dos metais preciosos como um todo. Contudo, é importante notar que a oferta de paládio apresenta uma configuração diferente — o banco acredita que o paládio ainda enfrenta uma pressão de excesso de oferta, pelo que não foi incluído na lista de metais com perspetivas de alta. Esta diferença reflete as grandes disparidades nos fundamentos de diferentes metais, e os investidores devem ter isso em conta na sua alocação.