Ações na Venezuela estão a ser bastante agressivas — a empresa petrolífera estatal PdVSA está a liquidar exportações diretamente em USDT, com 80% da receita a escapar ao sistema bancário tradicional. Esta operação é realmente engenhosa: as sanções em dólares dificultam a circulação, mas acabam por transformar o Tether numa "ferramenta financeira estatal".
O mais interessante é a nível do ecossistema. O governo usa stablecoins para evitar a supervisão do dólar, enquanto a população local, devido à desvalorização da moeda, só consegue poupar, fazer transferências transfronteiriças e adquirir bens em USDT. Uma mesma moeda a servir como "proteção contra sanções" e "linha de vida financeira", uma sobreposição de papéis que na prática é bastante rara.
E surge a questão: o Tether, uma stablecoin emitida por uma entidade privada, entrou de cabeça na geopolítica global. Embora as transações na blockchain sejam rastreáveis, a sua influência real já ultrapassou o que a regulamentação consegue controlar. Não é apenas um produto tecnológico ou uma ferramenta financeira, mas uma espécie de "infraestrutura financeira paralela" que atravessa fronteiras de sanções. Ainda é difícil dizer quão estável ou segura esta trajetória.
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Ações na Venezuela estão a ser bastante agressivas — a empresa petrolífera estatal PdVSA está a liquidar exportações diretamente em USDT, com 80% da receita a escapar ao sistema bancário tradicional. Esta operação é realmente engenhosa: as sanções em dólares dificultam a circulação, mas acabam por transformar o Tether numa "ferramenta financeira estatal".
O mais interessante é a nível do ecossistema. O governo usa stablecoins para evitar a supervisão do dólar, enquanto a população local, devido à desvalorização da moeda, só consegue poupar, fazer transferências transfronteiriças e adquirir bens em USDT. Uma mesma moeda a servir como "proteção contra sanções" e "linha de vida financeira", uma sobreposição de papéis que na prática é bastante rara.
E surge a questão: o Tether, uma stablecoin emitida por uma entidade privada, entrou de cabeça na geopolítica global. Embora as transações na blockchain sejam rastreáveis, a sua influência real já ultrapassou o que a regulamentação consegue controlar. Não é apenas um produto tecnológico ou uma ferramenta financeira, mas uma espécie de "infraestrutura financeira paralela" que atravessa fronteiras de sanções. Ainda é difícil dizer quão estável ou segura esta trajetória.