O homem mais perigoso da tua vida é aquele que se cura sozinho. Não estou a falar de violência, raiva ou caos. Estou a falar de um homem que foi completamente destruído pela vida e, com as próprias mãos, remontou tudo peça por peça. Ele enfrentou a verdade que a maioria das pessoas passa a vida a evitar. Ele rasgou todos os filtros, ilusões e mentiras sociais usadas para proteger os mais fracos, e viu o mundo na sua forma nua e crua.
Ele caiu pesadamente no fundo do poço, caiu a tal ponto que nem se reconhecia, mas ainda assim encontrou força para se levantar. Descobriu a dura, mas verdadeira, lição: Quando tudo desmorona, quando todos te abandonam, quando o mundo te fecha a porta, a única pessoa que nunca te abandonará és tu mesmo. Essa compreensão mudou-o, forjou-o, e em todos os lugares certos tornou-o mais forte.
Uma pessoa que sobrevive às noites mais escuras ganha uma clareza e uma coerência que não podem ser ensinadas. Não é algo que os livros ensinam, nem que os outros te dão, é algo que ele conquistou com a própria vida. Ele já não teme a solidão, entende o seu valor. Não busca mais reconhecimento, já superou essa necessidade. Não persegue ninguém. Sabe que aquilo que realmente lhe pertence nunca precisa de ser forçado; a outra pessoa naturalmente ficará.
Quando um homem é destruído e refeito, a sua força já não depende de quem está ao seu lado, mas do que ele se torna quando ninguém lhe presta atenção. É por isso que ele é perigoso, não para os outros, mas para qualquer pessoa, coisa ou ambiente que tente trazê-lo de volta ao passado. Ele não é frágil, não se perde, não desliga emocionalmente. Está extremamente consciente, firme e independente.
Esta é uma qualidade assustadora. Ele não desmorona sob pressão. Torna-se a própria pressão e enfrenta-a de frente, porque já não tem medo. Se tu és esse homem, eu presto-te homenagem. Este peso não é leve, mas tu continuas a aparecer todos os dias, a persistir. Isso merece o maior respeito. Continua a avançar. Tudo o que fazes é muito mais importante do que imaginas.
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O homem mais perigoso da tua vida é aquele que se cura sozinho. Não estou a falar de violência, raiva ou caos. Estou a falar de um homem que foi completamente destruído pela vida e, com as próprias mãos, remontou tudo peça por peça. Ele enfrentou a verdade que a maioria das pessoas passa a vida a evitar. Ele rasgou todos os filtros, ilusões e mentiras sociais usadas para proteger os mais fracos, e viu o mundo na sua forma nua e crua.
Ele caiu pesadamente no fundo do poço, caiu a tal ponto que nem se reconhecia, mas ainda assim encontrou força para se levantar. Descobriu a dura, mas verdadeira, lição: Quando tudo desmorona, quando todos te abandonam, quando o mundo te fecha a porta, a única pessoa que nunca te abandonará és tu mesmo. Essa compreensão mudou-o, forjou-o, e em todos os lugares certos tornou-o mais forte.
Uma pessoa que sobrevive às noites mais escuras ganha uma clareza e uma coerência que não podem ser ensinadas. Não é algo que os livros ensinam, nem que os outros te dão, é algo que ele conquistou com a própria vida. Ele já não teme a solidão, entende o seu valor. Não busca mais reconhecimento, já superou essa necessidade. Não persegue ninguém. Sabe que aquilo que realmente lhe pertence nunca precisa de ser forçado; a outra pessoa naturalmente ficará.
Quando um homem é destruído e refeito, a sua força já não depende de quem está ao seu lado, mas do que ele se torna quando ninguém lhe presta atenção. É por isso que ele é perigoso, não para os outros, mas para qualquer pessoa, coisa ou ambiente que tente trazê-lo de volta ao passado. Ele não é frágil, não se perde, não desliga emocionalmente. Está extremamente consciente, firme e independente.
Esta é uma qualidade assustadora. Ele não desmorona sob pressão. Torna-se a própria pressão e enfrenta-a de frente, porque já não tem medo. Se tu és esse homem, eu presto-te homenagem. Este peso não é leve, mas tu continuas a aparecer todos os dias, a persistir. Isso merece o maior respeito. Continua a avançar. Tudo o que fazes é muito mais importante do que imaginas.