O burburinho em torno de limitar as TAE dos cartões de crédito a 10% anuais soa apelativo à primeira vista—empréstimos mais baratos, certo? Mas aqui está o problema: esta política pode ter efeitos desastrosos em milhões de mutuários regulares.
Porquê? Quando as taxas de empréstimo são artificialmente comprimidas, os credores restringem o acesso ao crédito. Os bancos deslocam o risco para outro lado. Os mutuários de subprime perdem acesso completamente. O que parece ser proteção do consumidor torna-se uma armadilha—menos liquidez no mercado de crédito, obstáculos de aprovação mais altos e limites de crédito mais pequenos em toda a linha.
É um lembrete de que a política financeira nem sempre é o que parece.
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O burburinho em torno de limitar as TAE dos cartões de crédito a 10% anuais soa apelativo à primeira vista—empréstimos mais baratos, certo? Mas aqui está o problema: esta política pode ter efeitos desastrosos em milhões de mutuários regulares.
Porquê? Quando as taxas de empréstimo são artificialmente comprimidas, os credores restringem o acesso ao crédito. Os bancos deslocam o risco para outro lado. Os mutuários de subprime perdem acesso completamente. O que parece ser proteção do consumidor torna-se uma armadilha—menos liquidez no mercado de crédito, obstáculos de aprovação mais altos e limites de crédito mais pequenos em toda a linha.
É um lembrete de que a política financeira nem sempre é o que parece.