As grandes instituições financeiras estão a acelerar a sua entrada no mercado de criptomoedas. Após a aprovação de produtos ETF em plataformas como Binance e Coinbase, até mesmo os principais bancos de Wall Street já não conseguem ficar de braços cruzados — a Morgan Stanley apresentou oficialmente à Securities and Exchange Commission (SEC) dos EUA planos para lançar fundos de índice que acompanham o Bitcoin, Ethereum e Solana.
O que está por trás dessa movimentação? Desde fundos de pensão e fundos de seguros até gestoras de ativos, cada vez mais instituições estão a abandonar a postura conservadora anterior. A melhoria do ambiente regulatório desempenha um papel fundamental — o avanço de quadros legislativos como a Lei de Clareza (Clear Act) tem ajudado a definir de forma mais clara a posição legal dos ativos digitais, levando os investidores institucionais, que antes eram cautelosos, a considerarem uma alocação mais ampla.
Claro que esse processo também enfrenta incertezas. As próximas eleições midterm nos EUA podem influenciar a direção das políticas relacionadas, o que, por sua vez, determinará a velocidade com que as criptomoedas serão aceitas no mainstream financeiro.
No que diz respeito à evolução dos preços, o Bitcoin atualmente negocia na faixa de 90.627 dólares. No entanto, para 2026, as expectativas do mercado variam bastante — os otimistas preveem até 250.000 dólares, enquanto as estimativas mais conservadoras ultrapassam 75.000 dólares. Essa ampla faixa de previsões reflete a incerteza sobre o futuro, mas o tom geral permanece otimista. A entrada de instituições, a flexibilização das políticas e a inovação de produtos combinados podem levar o mercado de criptomoedas a um novo estágio até 2026.
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
As grandes instituições financeiras estão a acelerar a sua entrada no mercado de criptomoedas. Após a aprovação de produtos ETF em plataformas como Binance e Coinbase, até mesmo os principais bancos de Wall Street já não conseguem ficar de braços cruzados — a Morgan Stanley apresentou oficialmente à Securities and Exchange Commission (SEC) dos EUA planos para lançar fundos de índice que acompanham o Bitcoin, Ethereum e Solana.
O que está por trás dessa movimentação? Desde fundos de pensão e fundos de seguros até gestoras de ativos, cada vez mais instituições estão a abandonar a postura conservadora anterior. A melhoria do ambiente regulatório desempenha um papel fundamental — o avanço de quadros legislativos como a Lei de Clareza (Clear Act) tem ajudado a definir de forma mais clara a posição legal dos ativos digitais, levando os investidores institucionais, que antes eram cautelosos, a considerarem uma alocação mais ampla.
Claro que esse processo também enfrenta incertezas. As próximas eleições midterm nos EUA podem influenciar a direção das políticas relacionadas, o que, por sua vez, determinará a velocidade com que as criptomoedas serão aceitas no mainstream financeiro.
No que diz respeito à evolução dos preços, o Bitcoin atualmente negocia na faixa de 90.627 dólares. No entanto, para 2026, as expectativas do mercado variam bastante — os otimistas preveem até 250.000 dólares, enquanto as estimativas mais conservadoras ultrapassam 75.000 dólares. Essa ampla faixa de previsões reflete a incerteza sobre o futuro, mas o tom geral permanece otimista. A entrada de instituições, a flexibilização das políticas e a inovação de produtos combinados podem levar o mercado de criptomoedas a um novo estágio até 2026.