Na próxima semana, há várias coisas importantes para ficar atento.
Primeiro, a decisão da Suprema Corte dos EUA sobre o caso de tarifas de Trump, prevista para ser anunciada no dia 14. Com base na probabilidade implícita do mercado, há cerca de 26% de chance de a corte apoiar a política de tarifas. O ponto crucial é como Trump irá reagir ao resultado — se conseguirá avançar de forma estável ou se criará novos problemas, o que terá um impacto considerável nos mercados globais. Ao mesmo tempo, a temporada de relatórios anuais também começa, com várias empresas importantes divulgando seus resultados na próxima semana, uma boa oportunidade para avaliar os fundamentos.
Em relação aos dados econômicos, o CPI de dezembro dos EUA será o destaque, com divulgação marcada para terça-feira às 21:30, horário de Beijing. O sentimento do mercado está relativamente equilibrado, mas os dados do CPI do mês passado geraram bastante controvérsia. Desta vez, será importante ver se a tendência anterior continua ou se surgirão novos contrastes.
No setor de commodities, o ouro e a prata recuperaram valor nesta semana. Apesar da volatilidade acentuada, o preço do ouro já se estabilizou acima de 4500 dólares. Na próxima semana, o foco será se eles poderão continuar a subir e atingir novas máximas. O petróleo também está interessante: após uma grande queda nesta semana, houve uma forte recuperação, e agora o preço voltou ao topo da faixa de oscilação. Há sinais de aperto na oferta e demanda do mercado, com a demanda downstream finalmente começando a melhorar. Será importante acompanhar se o preço do petróleo consegue romper para cima na próxima semana.
No mercado de títulos, os títulos do governo de prazo super longo doméstico subiram para acima de 2,30% nesta semana, indicando uma redução do sentimento de venda a descoberto, e na próxima semana deve-se confirmar essa tendência. Os rendimentos dos títulos de longo prazo dos EUA recuaram um pouco, então é importante continuar acompanhando os movimentos futuros.
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Na próxima semana, há várias coisas importantes para ficar atento.
Primeiro, a decisão da Suprema Corte dos EUA sobre o caso de tarifas de Trump, prevista para ser anunciada no dia 14. Com base na probabilidade implícita do mercado, há cerca de 26% de chance de a corte apoiar a política de tarifas. O ponto crucial é como Trump irá reagir ao resultado — se conseguirá avançar de forma estável ou se criará novos problemas, o que terá um impacto considerável nos mercados globais. Ao mesmo tempo, a temporada de relatórios anuais também começa, com várias empresas importantes divulgando seus resultados na próxima semana, uma boa oportunidade para avaliar os fundamentos.
Em relação aos dados econômicos, o CPI de dezembro dos EUA será o destaque, com divulgação marcada para terça-feira às 21:30, horário de Beijing. O sentimento do mercado está relativamente equilibrado, mas os dados do CPI do mês passado geraram bastante controvérsia. Desta vez, será importante ver se a tendência anterior continua ou se surgirão novos contrastes.
No setor de commodities, o ouro e a prata recuperaram valor nesta semana. Apesar da volatilidade acentuada, o preço do ouro já se estabilizou acima de 4500 dólares. Na próxima semana, o foco será se eles poderão continuar a subir e atingir novas máximas. O petróleo também está interessante: após uma grande queda nesta semana, houve uma forte recuperação, e agora o preço voltou ao topo da faixa de oscilação. Há sinais de aperto na oferta e demanda do mercado, com a demanda downstream finalmente começando a melhorar. Será importante acompanhar se o preço do petróleo consegue romper para cima na próxima semana.
No mercado de títulos, os títulos do governo de prazo super longo doméstico subiram para acima de 2,30% nesta semana, indicando uma redução do sentimento de venda a descoberto, e na próxima semana deve-se confirmar essa tendência. Os rendimentos dos títulos de longo prazo dos EUA recuaram um pouco, então é importante continuar acompanhando os movimentos futuros.