O movimento do índice do dólar tem um impacto muito maior do que se imagina. Ele não só determina a direção das altas e baixas das criptomoedas, como também exerce uma influência profunda nas tendências do mercado de ações e de commodities.
Ao revisitar o desempenho do mercado nos últimos três anos, fica claro o porquê. Por que as ações e as commodities conseguiram manter uma trajetória de crescimento forte? Uma das razões principais é que o índice do dólar está em uma tendência de queda contínua. A desvalorização do dólar significa que outros ativos cotados em dólar estão relativamente mais baratos, oferecendo aos investidores uma proteção natural contra riscos. Mas há um detalhe importante — a reação dos mercados de ações e commodities às oscilações do dólar não é tão sensível quanto às das criptomoedas. Seus padrões de volatilidade também são mais independentes, embora sigam o ciclo macroeconômico, não apresentando um ciclo de quatro anos tão evidente quanto as criptomoedas.
Qual é o verdadeiro ponto de virada? É quando o índice do dólar volta a ultrapassar o nível crítico de 100. Assim que esse momento chegar, o comportamento do mercado mudará significativamente, pois isso indica que o dólar iniciará uma nova tendência de alta. Para as criptomoedas, isso certamente é um sinal negativo — quando o dólar se valoriza, os ativos digitais denominados em dólar ficam sob pressão. Ao mesmo tempo, o crescimento de ativos tradicionais como ouro e ações também pode desacelerar visivelmente.
Não se engane, isso não significa que eles irão parar de subir. Em uma escala de tempo suficientemente longa, esses ativos ainda continuarão a subir. Mas a velocidade de crescimento será muito mais moderada, especialmente em 2025, se o índice do dólar realmente romper essa zona de resistência. Um indicativo disso pode ser visto no gráfico comparando ouro e o índice do dólar — nos últimos três anos, o ouro apresentou uma trajetória parabólica impressionante, enquanto o índice do dólar esteve em uma tendência macro de baixa. Em contraste, o ciclo de valorização do dólar de 2021 a 2022 foi marcado por um desempenho bastante fraco do ouro.
Como se preparar estrategicamente? A longo prazo, se o índice do dólar conseguir ultrapassar 100 e iniciar um novo ciclo de alta, a estratégia correta seria reduzir gradualmente a exposição ao dólar e migrar para ativos que mantenham desempenho mesmo em um ambiente de valorização do dólar — seja criptomoedas, ações ou commodities.
Porém, há uma paradoxo interessante aqui. Apesar do dólar estar relativamente barato atualmente, muitos ativos no mercado já estão supervalorizados. Nesse cenário, talvez a decisão mais pragmática seja acumular dólares baratos. Essa foi uma das razões pelas quais conseguimos aproveitar o topo do Bitcoin no início de outubro. Às vezes, a melhor decisão de investimento não é perseguir os ativos mais quentes, mas esperar pelo momento certo de compra durante um ambiente de valorização do dólar.
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O movimento do índice do dólar tem um impacto muito maior do que se imagina. Ele não só determina a direção das altas e baixas das criptomoedas, como também exerce uma influência profunda nas tendências do mercado de ações e de commodities.
Ao revisitar o desempenho do mercado nos últimos três anos, fica claro o porquê. Por que as ações e as commodities conseguiram manter uma trajetória de crescimento forte? Uma das razões principais é que o índice do dólar está em uma tendência de queda contínua. A desvalorização do dólar significa que outros ativos cotados em dólar estão relativamente mais baratos, oferecendo aos investidores uma proteção natural contra riscos. Mas há um detalhe importante — a reação dos mercados de ações e commodities às oscilações do dólar não é tão sensível quanto às das criptomoedas. Seus padrões de volatilidade também são mais independentes, embora sigam o ciclo macroeconômico, não apresentando um ciclo de quatro anos tão evidente quanto as criptomoedas.
Qual é o verdadeiro ponto de virada? É quando o índice do dólar volta a ultrapassar o nível crítico de 100. Assim que esse momento chegar, o comportamento do mercado mudará significativamente, pois isso indica que o dólar iniciará uma nova tendência de alta. Para as criptomoedas, isso certamente é um sinal negativo — quando o dólar se valoriza, os ativos digitais denominados em dólar ficam sob pressão. Ao mesmo tempo, o crescimento de ativos tradicionais como ouro e ações também pode desacelerar visivelmente.
Não se engane, isso não significa que eles irão parar de subir. Em uma escala de tempo suficientemente longa, esses ativos ainda continuarão a subir. Mas a velocidade de crescimento será muito mais moderada, especialmente em 2025, se o índice do dólar realmente romper essa zona de resistência. Um indicativo disso pode ser visto no gráfico comparando ouro e o índice do dólar — nos últimos três anos, o ouro apresentou uma trajetória parabólica impressionante, enquanto o índice do dólar esteve em uma tendência macro de baixa. Em contraste, o ciclo de valorização do dólar de 2021 a 2022 foi marcado por um desempenho bastante fraco do ouro.
Como se preparar estrategicamente? A longo prazo, se o índice do dólar conseguir ultrapassar 100 e iniciar um novo ciclo de alta, a estratégia correta seria reduzir gradualmente a exposição ao dólar e migrar para ativos que mantenham desempenho mesmo em um ambiente de valorização do dólar — seja criptomoedas, ações ou commodities.
Porém, há uma paradoxo interessante aqui. Apesar do dólar estar relativamente barato atualmente, muitos ativos no mercado já estão supervalorizados. Nesse cenário, talvez a decisão mais pragmática seja acumular dólares baratos. Essa foi uma das razões pelas quais conseguimos aproveitar o topo do Bitcoin no início de outubro. Às vezes, a melhor decisão de investimento não é perseguir os ativos mais quentes, mas esperar pelo momento certo de compra durante um ambiente de valorização do dólar.