O Comitê de Bancários do Senado votará sobre a Lei CLARITY — um projeto de lei importante para a estrutura do mercado de criptomoedas — em 15 de janeiro. Ela tem o potencial de transformar a negociação de criptomoedas ao limitar manipulações e impor verdadeira transparência.
Principais características: - Proíbe negociações fictícias e volumes inflacionados - Torna ilegal o spoofing e o front-running - Equipara os reguladores com capacidades de monitoramento ao vivo para detectar má conduta - Exige prova de reservas e auditorias de rotina de bolsas sediadas nos EUA
Por que isso importa? Relembremos 10 de outubro: mais de $100B em liquidações chocaram o mundo das criptomoedas, com Bitcoin e altcoins despencando em uníssono. Ainda nos faltam detalhes sobre o gatilho ou os grandes players que implodiram — sem relatórios, sem supervisão.
Os mercados de criptomoedas têm sido erráticos: altas rápidas desaparecem rapidamente, notícias positivas provocam vendas, e notícias negativas aumentam as quedas.
Enquanto isso, ações e outros ativos atingem recordes — isso não é comportamento normal.
A Lei CLARITY enfrenta essa questão de frente: ela permite rastrear condutas ilícitas, descobrir volumes falsificados e impedir explosões secretas.
Além disso, reduz a incerteza regulatória, incentivando grandes instituições a investir em altcoins além do Bitcoin, injetando fluxos de capital enormes.
Marque no calendário: 15 de janeiro — será um divisor de águas. Fique atento!
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O Comitê de Bancários do Senado votará sobre a Lei CLARITY — um projeto de lei importante para a estrutura do mercado de criptomoedas — em 15 de janeiro. Ela tem o potencial de transformar a negociação de criptomoedas ao limitar manipulações e impor verdadeira transparência.
Principais características:
- Proíbe negociações fictícias e volumes inflacionados
- Torna ilegal o spoofing e o front-running
- Equipara os reguladores com capacidades de monitoramento ao vivo para detectar má conduta
- Exige prova de reservas e auditorias de rotina de bolsas sediadas nos EUA
Por que isso importa? Relembremos 10 de outubro: mais de $100B em liquidações chocaram o mundo das criptomoedas, com Bitcoin e altcoins despencando em uníssono. Ainda nos faltam detalhes sobre o gatilho ou os grandes players que implodiram — sem relatórios, sem supervisão.
Os mercados de criptomoedas têm sido erráticos: altas rápidas desaparecem rapidamente, notícias positivas provocam vendas, e notícias negativas aumentam as quedas.
Enquanto isso, ações e outros ativos atingem recordes — isso não é comportamento normal.
A Lei CLARITY enfrenta essa questão de frente: ela permite rastrear condutas ilícitas, descobrir volumes falsificados e impedir explosões secretas.
Além disso, reduz a incerteza regulatória, incentivando grandes instituições a investir em altcoins além do Bitcoin, injetando fluxos de capital enormes.
Marque no calendário: 15 de janeiro — será um divisor de águas. Fique atento!