Quando uma potência de produção começa a deixar 30% das suas fábricas ociosas, sabe-se que algo está fundamentalmente errado. A queda de 6,7% nas vendas globais do ano passado pintou um quadro desconfortável: o principal fabricante de veículos elétricos do mundo operava em níveis de capacidade que não pareceriam fora do comum para os automóveis tradicionais – exatamente as empresas que uma vez desafiou.



Isto não é apenas um contratempo temporário. Com a procura a diminuir e o inventário a aumentar, 2026 poderá trazer taxas de utilização ainda mais apertadas. Mas aqui é que a narrativa muda: em vez de reforçar a otimização tradicional da produção, o foco está a pivotar fortemente para a robótica e infraestrutura de automação.

Essa é a parte reveladora. Quando os manuais convencionais deixam de funcionar, o capital e o talento migram para resolver o próximo problema – seja produção alimentada por IA ou sistemas autónomos. O excesso de produção de hoje pode ser apenas o financiamento inicial para a economia de automação de amanhã. Às vezes, as indústrias não resolvem as suas crises saindo delas; evoluem a partir delas.
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