As regulamentações financeiras da UE estão a ficar cada vez mais rigorosas. MiFID II, MiCA, sistema piloto DLT… uma atrás da outra, parecem complicadas a ponto de dar dores de cabeça. Mas estas regulamentações são na verdade como uma régua — capazes de medir quais projetos de blockchain realmente podem ser implementados em instituições financeiras tradicionais.
Para ser claro, muitos projetos dizem "estar em conformidade", mas na prática é apenas colocar uma etiqueta. O verdadeiro teste é se é possível incorporar os requisitos regulatórios no código. A equipe da Dusk Foundation trabalhou oito anos nisso.
Como eles fazem? Começando pela base. Por exemplo, a exigência do MiFID II de transparência nas transações, normalmente obriga as instituições financeiras a manter registros completos de todas as operações. Mas na blockchain, como proteger a privacidade ao mesmo tempo que permite às autoridades reguladoras verificar tudo? A solução da Dusk foi criar uma "livreta de contas privada auditável" na camada de liquidação Layer1 — usando provas de conhecimento zero para ocultar a identidade do usuário, mas permitindo exportar registros de transações padronizados sob demanda para inspeção regulatória. Parece simples, mas esse design exige uma compreensão profunda tanto do quadro regulatório financeiro quanto da criptografia.
Olhemos também para os requisitos do MiCA para provedores de serviços de ativos digitais — que envolvem autenticação de identidade, combate à lavagem de dinheiro, gestão de riscos, entre outros processos. A Dusk transformou esses requisitos em módulos de produto concretos. Eles lançaram o Dusk Pay e o Dusk Vault, não para impressionar, mas para que as instituições financeiras europeias possam realmente usar. Com o suporte de mecanismos de consenso SBA e provas de conhecimento zero, todo o ecossistema está se formando gradualmente.
A dificuldade está no fato de que isso não é algo que se possa copiar em curto prazo. Oito anos de experiência, comunicação com reguladores, iteração de soluções técnicas… tudo isso cria barreiras difíceis de contornar. No segmento de conformidade, a Dusk já saiu na frente.
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As regulamentações financeiras da UE estão a ficar cada vez mais rigorosas. MiFID II, MiCA, sistema piloto DLT… uma atrás da outra, parecem complicadas a ponto de dar dores de cabeça. Mas estas regulamentações são na verdade como uma régua — capazes de medir quais projetos de blockchain realmente podem ser implementados em instituições financeiras tradicionais.
Para ser claro, muitos projetos dizem "estar em conformidade", mas na prática é apenas colocar uma etiqueta. O verdadeiro teste é se é possível incorporar os requisitos regulatórios no código. A equipe da Dusk Foundation trabalhou oito anos nisso.
Como eles fazem? Começando pela base. Por exemplo, a exigência do MiFID II de transparência nas transações, normalmente obriga as instituições financeiras a manter registros completos de todas as operações. Mas na blockchain, como proteger a privacidade ao mesmo tempo que permite às autoridades reguladoras verificar tudo? A solução da Dusk foi criar uma "livreta de contas privada auditável" na camada de liquidação Layer1 — usando provas de conhecimento zero para ocultar a identidade do usuário, mas permitindo exportar registros de transações padronizados sob demanda para inspeção regulatória. Parece simples, mas esse design exige uma compreensão profunda tanto do quadro regulatório financeiro quanto da criptografia.
Olhemos também para os requisitos do MiCA para provedores de serviços de ativos digitais — que envolvem autenticação de identidade, combate à lavagem de dinheiro, gestão de riscos, entre outros processos. A Dusk transformou esses requisitos em módulos de produto concretos. Eles lançaram o Dusk Pay e o Dusk Vault, não para impressionar, mas para que as instituições financeiras europeias possam realmente usar. Com o suporte de mecanismos de consenso SBA e provas de conhecimento zero, todo o ecossistema está se formando gradualmente.
A dificuldade está no fato de que isso não é algo que se possa copiar em curto prazo. Oito anos de experiência, comunicação com reguladores, iteração de soluções técnicas… tudo isso cria barreiras difíceis de contornar. No segmento de conformidade, a Dusk já saiu na frente.