## Conflitos geopolíticos impulsionam o ouro branco a níveis históricos, o sentimento de refúgio domina o mercado
A escalada da situação no Oriente Médio reacende novamente as compras de refúgio. Na segunda-feira, durante a sessão asiática, a prata (XAG/USD) rompeu com força a barreira de 69,00 dólares, atingindo uma nova máxima histórica, com uma valorização de 2,5%. Por trás desta subida, está o conflito geopolítico em contínua escalada entre Israel e Irã.
De acordo com relatos da mídia, as autoridades israelenses estão cada vez mais preocupadas com a expansão da produção de mísseis balísticos pelo Irã e estão iniciando a reconstrução de instalações nucleares previamente danificadas por ataques militares israelenses. Essas ações têm despertado grande atenção em Washington, com os responsáveis americanos preparando briefings para o novo governo sobre estratégias militares. Sob essa incerteza, investidores globais estão migrando para ativos tradicionais de refúgio, sendo a prata, como metal precioso, uma das opções mais buscadas.
## Postura da Fed permanece estável, expectativa de corte de juros não se concretiza
Do ponto de vista da política monetária, o consenso do mercado é que a decisão do Federal Reserve em sua reunião de janeiro manterá as taxas de juros inalteradas. Apesar de sinais de enfraquecimento na inflação americana em novembro, isso não alterou a postura cautelosa do Fed.
Após o anúncio do índice de preços ao consumidor (CPI) de novembro, a inflação anual caiu para 2,7%, uma redução em relação aos 3% de outubro, ficando abaixo da previsão dos economistas de 3,1%. Ainda mais importante, o núcleo do CPI, que exclui alimentos e energia devido à sua volatilidade, recuou de 3% para 2,6%, não atingindo a expectativa de 3,1%. Apesar da tendência de melhora na inflação, o Fed mantém cautela quanto a uma flexibilização precoce da política monetária, e não há previsão de anúncio de corte de juros no curto prazo.
## Riscos geopolíticos e política monetária em sintonia
A quebra do preço da prata reflete, na prática, o efeito combinado de dois fatores principais: primeiro, a maior incerteza na situação do Oriente Médio; segundo, o ambiente de política monetária global mais restritivo. Nesse cenário, a prata, como ativo de refúgio tradicional, vem ganhando a preferência de investidores mais avessos ao risco, e seu movimento futuro ainda apresenta potencial de observação.
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## Conflitos geopolíticos impulsionam o ouro branco a níveis históricos, o sentimento de refúgio domina o mercado
A escalada da situação no Oriente Médio reacende novamente as compras de refúgio. Na segunda-feira, durante a sessão asiática, a prata (XAG/USD) rompeu com força a barreira de 69,00 dólares, atingindo uma nova máxima histórica, com uma valorização de 2,5%. Por trás desta subida, está o conflito geopolítico em contínua escalada entre Israel e Irã.
De acordo com relatos da mídia, as autoridades israelenses estão cada vez mais preocupadas com a expansão da produção de mísseis balísticos pelo Irã e estão iniciando a reconstrução de instalações nucleares previamente danificadas por ataques militares israelenses. Essas ações têm despertado grande atenção em Washington, com os responsáveis americanos preparando briefings para o novo governo sobre estratégias militares. Sob essa incerteza, investidores globais estão migrando para ativos tradicionais de refúgio, sendo a prata, como metal precioso, uma das opções mais buscadas.
## Postura da Fed permanece estável, expectativa de corte de juros não se concretiza
Do ponto de vista da política monetária, o consenso do mercado é que a decisão do Federal Reserve em sua reunião de janeiro manterá as taxas de juros inalteradas. Apesar de sinais de enfraquecimento na inflação americana em novembro, isso não alterou a postura cautelosa do Fed.
Após o anúncio do índice de preços ao consumidor (CPI) de novembro, a inflação anual caiu para 2,7%, uma redução em relação aos 3% de outubro, ficando abaixo da previsão dos economistas de 3,1%. Ainda mais importante, o núcleo do CPI, que exclui alimentos e energia devido à sua volatilidade, recuou de 3% para 2,6%, não atingindo a expectativa de 3,1%. Apesar da tendência de melhora na inflação, o Fed mantém cautela quanto a uma flexibilização precoce da política monetária, e não há previsão de anúncio de corte de juros no curto prazo.
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A quebra do preço da prata reflete, na prática, o efeito combinado de dois fatores principais: primeiro, a maior incerteza na situação do Oriente Médio; segundo, o ambiente de política monetária global mais restritivo. Nesse cenário, a prata, como ativo de refúgio tradicional, vem ganhando a preferência de investidores mais avessos ao risco, e seu movimento futuro ainda apresenta potencial de observação.