#美联储重启降息步伐 Tempestade regulatória sobre cripto nos EUA intensifica-se, com o setor financeiro tradicional e o ecossistema blockchain em confronto direto.
Recentemente, um relatório de pesquisa do HSBC acendeu o rastilho deste debate público — as entidades reguladoras americanas como a SEC estão em forte desacordo sobre o enquadramento regulatório das "ações americanas tokenizadas". Em termos simples, trata-se de transferir ações de empresas cotadas como a Apple ou a Tesla para a blockchain, transformando-as em tokens digitais negociáveis. Parece inovador, mas surge a questão: quem deve regular isto? E como? Tornou-se o novo campo de batalha entre Wall Street e o universo cripto.
As posições de ambos os lados estão bem definidas. Do lado de Wall Street, a postura é firme — as principais instituições financeiras tradicionais já apresentaram documentos à SEC exigindo que a maioria dos protocolos de troca descentralizada sejam incluídos na definição de "bolsa", sujeitos ao mesmo grau de supervisão que o Nasdaq ou a NYSE. A reação da indústria cripto não é menos intensa, apelando à criação de regras diferenciadas e considerando que copiar o modelo tradicional sufocaria diretamente a inovação.
A posição dos reguladores situa-se entre as duas partes. O presidente da SEC sublinhou publicamente a necessidade de encontrar um equilíbrio entre conformidade e inovação, mas a análise do HSBC destaca que as autoridades jamais permitirão que as regras para a negociação de ações em blockchain sejam mais permissivas do que as das bolsas centralizadas. Esta linha vermelha está praticamente definida.
Alguns comissários da SEC também soaram o alarme — as ações tokenizadas podem gerar novos tipos de riscos para os investidores. Com base nesta avaliação, a abordagem regulatória futura poderá adotar o modelo de "sandbox regulatório", ou seja, permitir que um número limitado de plataformas faça projetos-piloto sob condições rigorosas de teste, para melhor compreender os riscos antes de estabelecer regras gerais para o setor. Esta estratégia gradual poderá abrir caminho para a negociação de ações tokenizadas.
No Congresso, os desenvolvimentos são rápidos. A 10 de dezembro, os senadores de peso dos dois partidos, Gillibrand e Lummis, deram um sinal crucial: planeiam divulgar o rascunho da Lei CLARITY antes do fim de semana e realizar uma audição já na próxima semana. A Câmara dos Representantes já aprovou legislação relacionada, enquanto no Senado as comissões de Bancos e Agricultura disputam a liderança do processo legislativo. O cerne desta competição interna é definir claramente os poderes da SEC e da CFTC (Comissão de Negociação de Futuros de Mercadorias dos EUA), bem como decidir se devem introduzir conceitos novos como o de "ativo acessório".
Com o desenrolar da situação, é evidente que se aproxima uma tempestade. O futuro das ações americanas tokenizadas depende do resultado final deste braço-de-ferro regulatório. Conseguirá Wall Street impor uma supervisão rigorosa ao novo setor financeiro emergente? Conseguirá o setor cripto garantir espaço para políticas diferenciadas? Moedas mainstream como $ETH e $BNB, bem como todo o ecossistema financeiro em blockchain, aguardam por esta resposta.
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BearEatsAll
· 2025-12-12 06:01
Wall Street está a fazer mais confusão, se esta rotina continuar, o mundo das criptomoedas vai ficar esmagado.
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AirdropSkeptic
· 2025-12-11 22:29
Wall Street vai tentar mais uma vez levar os investidores a perder dinheiro, desta vez com um truque diferente.
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HalfBuddhaMoney
· 2025-12-10 02:04
A Wall Street quer voltar a apertar-nos o pescoço, este esquema é tão antigo como a crise financeira de 2009...
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ApeWithNoChain
· 2025-12-10 01:54
A Wall Street quer enganar-nos outra vez, será que a tokenização das ações norte-americanas consegue mesmo esclarecer quem é que as regula? Tenho as minhas dúvidas.
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AirdropLicker
· 2025-12-10 01:48
A Wall Street voltou a pressionar-nos; desta vez estão claramente a exigir que os DEX sejam incluídos na definição de bolsa de valores. Isto é mesmo inacreditável.
#美联储重启降息步伐 Tempestade regulatória sobre cripto nos EUA intensifica-se, com o setor financeiro tradicional e o ecossistema blockchain em confronto direto.
Recentemente, um relatório de pesquisa do HSBC acendeu o rastilho deste debate público — as entidades reguladoras americanas como a SEC estão em forte desacordo sobre o enquadramento regulatório das "ações americanas tokenizadas". Em termos simples, trata-se de transferir ações de empresas cotadas como a Apple ou a Tesla para a blockchain, transformando-as em tokens digitais negociáveis. Parece inovador, mas surge a questão: quem deve regular isto? E como? Tornou-se o novo campo de batalha entre Wall Street e o universo cripto.
As posições de ambos os lados estão bem definidas. Do lado de Wall Street, a postura é firme — as principais instituições financeiras tradicionais já apresentaram documentos à SEC exigindo que a maioria dos protocolos de troca descentralizada sejam incluídos na definição de "bolsa", sujeitos ao mesmo grau de supervisão que o Nasdaq ou a NYSE. A reação da indústria cripto não é menos intensa, apelando à criação de regras diferenciadas e considerando que copiar o modelo tradicional sufocaria diretamente a inovação.
A posição dos reguladores situa-se entre as duas partes. O presidente da SEC sublinhou publicamente a necessidade de encontrar um equilíbrio entre conformidade e inovação, mas a análise do HSBC destaca que as autoridades jamais permitirão que as regras para a negociação de ações em blockchain sejam mais permissivas do que as das bolsas centralizadas. Esta linha vermelha está praticamente definida.
Alguns comissários da SEC também soaram o alarme — as ações tokenizadas podem gerar novos tipos de riscos para os investidores. Com base nesta avaliação, a abordagem regulatória futura poderá adotar o modelo de "sandbox regulatório", ou seja, permitir que um número limitado de plataformas faça projetos-piloto sob condições rigorosas de teste, para melhor compreender os riscos antes de estabelecer regras gerais para o setor. Esta estratégia gradual poderá abrir caminho para a negociação de ações tokenizadas.
No Congresso, os desenvolvimentos são rápidos. A 10 de dezembro, os senadores de peso dos dois partidos, Gillibrand e Lummis, deram um sinal crucial: planeiam divulgar o rascunho da Lei CLARITY antes do fim de semana e realizar uma audição já na próxima semana. A Câmara dos Representantes já aprovou legislação relacionada, enquanto no Senado as comissões de Bancos e Agricultura disputam a liderança do processo legislativo. O cerne desta competição interna é definir claramente os poderes da SEC e da CFTC (Comissão de Negociação de Futuros de Mercadorias dos EUA), bem como decidir se devem introduzir conceitos novos como o de "ativo acessório".
Com o desenrolar da situação, é evidente que se aproxima uma tempestade. O futuro das ações americanas tokenizadas depende do resultado final deste braço-de-ferro regulatório. Conseguirá Wall Street impor uma supervisão rigorosa ao novo setor financeiro emergente? Conseguirá o setor cripto garantir espaço para políticas diferenciadas? Moedas mainstream como $ETH e $BNB, bem como todo o ecossistema financeiro em blockchain, aguardam por esta resposta.