A União Europeia continua a adiar duas decisões políticas importantes: flexibilizar a eliminação dos motores de combustão em 2035 e finalizar os ajustamentos de carbono nas fronteiras.
Aqui está o problema—estão a tentar equilibrar três fatores que não são compatíveis. Os compromissos climáticos exigem uma ação agressiva. Os fabricantes locais precisam de espaço para competir. E os fabricantes chineses de veículos elétricos estão a inundar o mercado com alternativas mais baratas.
Alguma coisa terá de ceder. Mas, em vez de tomar decisões difíceis, Bruxelas continua a organizar debates e a emitir comunicados. A ironia? Todo esse teatro burocrático consome recursos enquanto a indústria europeia perde terreno.
A realidade é simples: não se pode proteger os fabricantes nacionais, cumprir as metas climáticas e bloquear as importações competitivas ao mesmo tempo. O impasse político pode parecer diplomático, mas é suicídio económico em câmara lenta.
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EthMaximalist
· 2025-12-10 16:37
A UE voltou a adiar as decisões, chamando-lhe de equilíbrio, mas na verdade é só medo de decidir sobre tudo
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WhaleSurfer
· 2025-12-09 09:52
Esta jogada de Bruxelas foi mesmo incrível, reúnem-se para discutir mais reuniões, e no fim as fabricantes de automóveis europeias continuam ali à espera da morte.
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gas_guzzler
· 2025-12-08 18:09
Típica procrastinação à moda da UE: nem conseguem escolher uma entre três opções, só sabem é marcar reuniões.
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WalletInspector
· 2025-12-08 17:59
Este conjunto de medidas da UE simplesmente não pode ser implementado, mesmo escolhendo uma de três opções, será necessário abdicar das outras.
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CommunityJanitor
· 2025-12-08 17:44
É sempre a mesma velha história, fazer reuniões e emitir comunicados vai resolver o problema? A UE fica a adiar e a arrastar, enquanto os carros elétricos chineses já conquistaram o mercado, que piada.
A União Europeia continua a adiar duas decisões políticas importantes: flexibilizar a eliminação dos motores de combustão em 2035 e finalizar os ajustamentos de carbono nas fronteiras.
Aqui está o problema—estão a tentar equilibrar três fatores que não são compatíveis. Os compromissos climáticos exigem uma ação agressiva. Os fabricantes locais precisam de espaço para competir. E os fabricantes chineses de veículos elétricos estão a inundar o mercado com alternativas mais baratas.
Alguma coisa terá de ceder. Mas, em vez de tomar decisões difíceis, Bruxelas continua a organizar debates e a emitir comunicados. A ironia? Todo esse teatro burocrático consome recursos enquanto a indústria europeia perde terreno.
A realidade é simples: não se pode proteger os fabricantes nacionais, cumprir as metas climáticas e bloquear as importações competitivas ao mesmo tempo. O impasse político pode parecer diplomático, mas é suicídio económico em câmara lenta.