Antes, ao ver aquele tipo de “transferência por coincidência” na blockchain, eu também imaginava: será que é uma técnica de clonagem da mesma pessoa… Agora estou mais acostumado a dividir o caminho primeiro: de onde vem o dinheiro (saque de CEX? ponte? piscina de mineração?), o que acontece no meio (agregador, roteamento, troca de moeda, depois divisão), para onde acaba indo (carteira fria, contrato, de volta à exchange). Muitas “coincidências” na verdade são apenas a mesma cadeia de ferramentas transportando, os endereços parecem estranhos, mas as ações são bastante consistentes.



Recentemente, a questão de staking/compartilhamento de segurança sendo criticada como “recompensas em camadas”, também parece bastante na blockchain: cada vez mais camadas empilhadas, no final todo mundo só lembra do APY, e não de quantas voltas o dinheiro deu. De qualquer forma, agora prefiro menos especular sobre conspirações, mais desenhar roteiros, pois ao terminar o mapa minha mentalidade fica mais tranquila.
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