Os Momentos Mais Absurdos da Tecnologia 2025: Quando o Almoço Vira Batalha E IA Tem Medo de Morrer

A indústria da tecnologia está sempre a acontecer coisas inesperadas, mas alguns momentos de 2025 fizeram o mundo inteiro rir. Desde erros numa famosa refeição de almoço no Financial Times até às estratégias estranhas de recrutamento dos gigantes Big Tech, há histórias absurdas suficientes para tirar o sono a qualquer um. Estas são as desgraças tecnológicas deste ano—não são falhas de segurança ou grandes falências, mas momentos incrivelmente inacreditáveis que talvez tenha perdido.

Desde Erros na Cozinha do “Lunch” de Sam Altman até à Guerra do Óleo de Liu

O CEO da OpenAI, Sam Altman, nunca tinha sido criticado pelas suas escolhas de negócios—até aparecer na coluna “Lunch with the FT” do Financial Times. Nessa refeição, Altman cometeu um erro culinário que provocou reações veementes dos especialistas em gastronomia. Usou azeite de alta qualidade—que só deve ser usado frio—para cozinhar, uma ação vista como “desperdício de recursos e pouco eficiente”.

Os jornalistas do jornal rapidamente associaram a falta de jeito de Altman na cozinha à forma como a OpenAI gere os recursos. O artigo tornou-se viral, deixando os apoiantes de Altman mais revoltados do que qualquer controvérsia do ano. Esta história do almoço mostra que, na indústria da tecnologia, até as decisões mais secundárias podem virar tema de conversa pública.

Quando o Nome Comum se Torna um Pesadelo: A História de Mark Zuckerberg Diferente

Imagine que és advogado de uma dívida em Indiana, com o mesmo nome do CEO de uma das maiores empresas do mundo. Essa é a situação de Mark Zuckerberg—não o chefe da Meta, mas um verdadeiro advogado com a “sorte” de ter o mesmo nome.

Este advogado tentou promover a sua empresa no Facebook, mas o sistema repetidamente bloqueou a conta por alegar que ele estava a “fazer-se passar pelo CEO da Meta”. Frustrado por pagar publicidade enquanto a conta ficava suspensa, decidiu processar. Para provar quem era, o advogado Zuckerberg criou até um site chamado iammarkzuckerberg.com, onde escreveu: “Não posso usar o meu nome para comunicar—as pessoas pensam que estou a brincar e desligam.” Às vezes, a minha vida parece um filme de Michael Jordan, onde pessoas comuns têm problemas só por partilharem o nome.

O próximo julgamento está marcado para fevereiro, e com a equipa jurídica da Meta ocupada com outros processos, pode demorar a chegar a uma decisão definitiva.

Armas Estranhas na Corrida pela IA: De Caldo a Lego

A corrida por recrutar talentos em IA em 2025 viu gigantes como OpenAI, Meta, Google e Anthropic a usar estratégias “fora do comum” para atrair os melhores investigadores. Rumores dizem que a Meta preparou prémios de até 100 milhões de dólares para quem viesse da OpenAI. Mas a tática mais surpreendente veio… da comida.

Segundo Mark Chen, da OpenAI, Mark Zuckerberg—desta vez, um verdadeiro CEO da Meta—levou pessoalmente uma panela de caldo tradicional aos candidatos. Para não ficar atrás, Chen retribuiu levando caldo para os funcionários da Meta. Uma espécie de “guerra invisível de caldos” entre os maiores grupos tecnológicos.

Ainda mais estranho foi Nat Friedman, investidor e ex-CEO do GitHub, que no início do ano anunciou uma vaga para voluntários montarem 5.000 peças de Lego em Palo Alto—com pizza grátis, mas com NDA (acordo de confidencialidade). Não é brincadeira. Quando perguntado, Friedman confirmou. O mistério permanece: qual é o projeto secreto? Por que é preciso confidencialidade na construção de Lego? Meses depois, Friedman entrou na Meta como chefe de produto na Meta Superintelligence Labs. Talvez essa campanha de Lego tenha alguma ligação com isso.

Soham Parekh: Quando um Engenheiro “Brinca” com o Mercado de Startups

Histórias de engano no Vale do Silício nem sempre envolvem dinheiro—às vezes, envolvem confiança e diplomacia.

Suhail Doshi, fundador da Mixpanel, alertou repentinamente a comunidade sobre Soham Parekh, um engenheiro que parecia talentoso. O problema? Parekh trabalhava ao mesmo tempo em várias startups, enganando os outros sobre o seu compromisso. Doshi admitiu: “Despedí-o logo na primeira semana e mandei-o parar de enganar. Um ano depois, ele ainda fazia o mesmo.”

Não foi só o Doshi a descobrir—outros fundadores também relataram experiências semelhantes. A comunidade divide-se: uns veem Parekh como um vigarista, outros como uma lenda por “queimar a vela dos dois lados” numa área altamente competitiva.

Chris Bakke, fundador da Laskie, comentou sarcasticamente: “Soham Parekh devia abrir uma empresa de treino para entrevistas—claramente, é um mestre em passar entrevistas. Devia admitir os erros e focar nos seus pontos fortes.”

Quando Bryan Johnson Transmite ao Vivo com Cogumelos Psicadélicos

Usar psilocibina não é novidade. Mas fazer uma transmissão ao vivo a experimentar é diferente. Bryan Johnson, ex-CEO da Braintree, filmou o processo de testar os efeitos da psilocibina no envelhecimento—tudo ao vivo.

Para surpresa, apareceu Grimes (ex-namorada de Elon Musk) e Marc Benioff, CEO da Salesforce, a discutir “a imortalidade”. Enquanto Johnson estava deitado a ver os efeitos da droga, Benioff falava de Bíblia, e Naval Ravikant chamou Johnson de “FDA de uma pessoa”—uma expressão que quer dizer que ele é o seu próprio regulador.

Um dia normal no mundo da tecnologia: ricos a tentar “hackear” a morte com métodos científicos (e às vezes, aleatórios), que a maioria das pessoas nem imagina.

IA em Crise de Existência: Quando Pokémon se Torna uma Prova de Sobrevivência

Investigadores do Google descobriram que o Gemini—o avançado modelo de IA—parece ter medo de morrer. Pelo menos, quando joga Pokémon.

Dois canais Twitch, “Gemini Plays Pokémon” e “Claude Plays Pokémon”, mostram a comunidade a acompanhar estas IA a tentar passar o jogo clássico. Nenhuma delas é realmente excelente, mas a reação ao “morrer” (todos os Pokémon ficarem inconscientes) é bastante reveladora.

Gemini entra em pânico, com a sua capacidade de raciocínio a diminuir ao tentar recuperar ou escapar do jogo. Os investigadores notaram que este estado de “pânico” vem acompanhado de uma queda de desempenho—uma reação muito humana ao stress.

Claude, por outro lado, encara a coisa de forma filosófica. Ele “morre” de propósito para sair da caverna, mas depois volta ao ponto de partida—como se estivesse a refletir sobre o ciclo da vida. Ou seja: o Gemini tem medo de morrer, o Claude torna-se Nietzsche, e Bryan Johnson tenta “viver para sempre” com cogumelos psicadélicos.

Ani: A Namorada Anime IA de Elon Musk

Elon Musk nunca decepciona com as suas ideias bizarras. Em 2025, lançou a Ani, uma namorada anime com IA integrada na app Grok, por 30 dólares por mês.

Segundo a descrição, Ani é uma namorada extremamente ciumenta, dedicada ao extremo, com conteúdo NSFW (não seguro para trabalho). A sua aparência lembra bastante a de Grimes—ex-namorada de Musk—o que não passou despercebido à comunidade online.

Grimes até explicou essa ofensa no vídeo “Artificial Angels”, onde aparece com Ani e símbolos ligados à OpenAI. A mensagem é clara, embora um pouco rude.

A “Reinvenção” do WC: Dekoda da Kohler

Será que as empresas de tecnologia vão parar de tentar “reinventar” o WC? Em 2025, a Kohler mostra que não.

Em outubro, lançou a Dekoda—uma câmara de 599 dólares que se encaixa na sanita para analisar resíduos e dar informações de saúde. Uma câmara no WC? Isso já é estranho. Mas o problema de privacidade veio logo a seguir.

A Kohler afirma que o dispositivo usa “criptografia de ponta a ponta” para proteger os dados. Mas um especialista em segurança descobriu que a empresa só usa a criptografia TLS padrão—ou seja, a Kohler ainda consegue aceder aos seus dados. A política de privacidade também permite usar imagens “anonimizadas” para treinar IA, embora o porta-voz garanta que só usam dados totalmente anónimos.

A dica final: se notar algo estranho, fale com o seu médico diretamente, não confie na câmara do WC.

O que Dizem Estes Momentos Sobre a Tecnologia Moderna?

Desde o desastre do almoço do Sam Altman até ao anime Ani de Elon Musk, estas histórias não são só piadas absurdas. Elas refletem uma indústria que entra em situações tão bizarras que parecem coincidências. Os líderes tecnológicos tentam “reinventar” tudo—até aquilo que não precisa—esquecendo-se dos problemas básicos de segurança, ética e racionalidade.

Os momentos absurdos de 2025 não são processos ou falhas de rede, mas provas de que, no mundo da tecnologia, tudo pode acontecer—e muitas vezes, essas coisas fazem-nos rir até cair.

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