Reunião Xi-Trump丨Sanções levantadas? Rúbio deverá acompanhar Trump numa visita à China no final do mês

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou recentemente que visitará a China no final deste mês, e espera-se que se reúna com o presidente chinês, Xi Jinping. A «South China Morning Post» citou fontes que afirmam que o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, que está na lista de sanções de Pequim, acompanhará a delegação na visita.

Segundo informações, Blinken já tinha sido convidado a visitar a China anteriormente, mas inicialmente pareceu responder de forma fria ao convite de Pequim, só recentemente tendo aceitado com entusiasmo.

A reportagem também indica que a presença de Blinken desta vez pode ajudar a aliviar alguns problemas surgidos durante os preparativos para a visita de Trump à China.

A Reuters, anteriormente, citou até cinco fontes informadas que expressaram forte insatisfação com a forma apressada e improvisada com que o governo dos EUA preparou a visita.

A Bloomberg também relatou que, quanto às expectativas e objetivos específicos desta viagem de Trump, há uma falta de comunicação clara entre China e EUA, o que tem causado preocupação em Pequim. Segundo a reportagem, antes de preparar a visita de Estado do presidente americano, a China receberá primeiro altos funcionários americanos enviados para preparar o terreno. Na última vez que Trump visitou a China, em 2017, os EUA enviaram o secretário de Estado e o secretário de Comércio para negociações alguns meses antes. Desta vez, Pequim está insatisfeita com a mudança dessa prática habitual por parte da Casa Branca.

Blinken foi incluído duas vezes na lista de sanções de Pequim

Blinken é o primeiro secretário de Estado dos EUA atualmente sancionado pela China. Em 2020, enquanto era senador, foi sancionado duas vezes por Pequim devido às suas ações relacionadas a Hong Kong e Xinjiang.

Após sua nomeação como secretário de Estado, a China alterou sua tradução oficial de seu nome para «Lubiào» em vez de «Lubiò». Quando questionada se isso significava que ele não estaria mais sancionado por Pequim, a diplomacia chinesa afirmou que o mais importante é seu nome em inglês, reiterando que as sanções chinesas visam ações e palavras que prejudiquem os interesses legítimos da China.

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