A fronteira entre finanças descentralizadas e a infraestrutura bancária tradicional está prestes a tornar-se irreconhecível nos próximos anos. Sidney Powell, cofundador e CEO da Maple Finance, argumenta que o capital institucional eventualmente abandonará a falsa dicotomia entre sistemas DeFi e tradfi, consolidando todas as atividades de mercado numa única rede blockchain.
De Sistemas Paralelos a uma Infraestrutura Unificada
Hoje, ativos digitais e sistemas financeiros tradicionais operam como ecossistemas distintos. No entanto, Powell prevê um futuro onde essa separação se torne sem sentido. A tecnologia blockchain funcionará como a camada fundamental para os mercados financeiros globais, assim como a internet revolucionou o comércio e a comunicação. A mudança representa não apenas uma atualização dos sistemas existentes, mas uma reimaginação fundamental de como o capital se move e liquida.
Em vez de manter mecanismos separados de compensação e liquidação, as instituições dependerão cada vez mais de livros-razão públicos para processar e verificar transações. Essa transição elimina redundâncias, reduz o risco de contraparte e acelera a velocidade de implantação de capital nos mercados tradicionais e descentralizados.
Produtos Financeiros Nativos de Criptomoedas Remodelam os Mercados de Capital
A convergência se manifestará através de instrumentos financeiros inovadores projetados especificamente para ambientes blockchain. Hipotecas garantidas por Bitcoin representam uma fronteira, permitindo que os tomadores de empréstimo utilizem holdings de criptomoedas como garantia para produtos de crédito tradicionais. Da mesma forma, títulos lastreados em ativos ligados a protocolos de empréstimo de criptomoedas atrairão alocadores institucionais em busca de oportunidades de rendimento.
A emissão de cartões de crédito baseados em criptomoedas sinaliza outra transformação. Esses instrumentos geram recebíveis que podem ser agrupados, securitizados e distribuídos pelos mercados de capitais—transformando efetivamente transações em ativos financeiros negociáveis. Cada camada de inovação reforça a integração entre infraestrutura cripto e finanças institucionais.
Por Que Essa Transição Importa
A consolidação de DeFi e tradfi numa infraestrutura blockchain compartilhada promete vantagens significativas: redução do atrito na liquidação, verificação transparente na cadeia e lógica financeira programável embutida diretamente nas transferências de ativos. Para as instituições, isso significa custos operacionais menores e ciclos de execução mais rápidos. Para os mercados, implica maior eficiência e redução do risco sistêmico causado por gargalos operacionais.
O objetivo final dessa evolução é claro: uma infraestrutura de mercados de capitais unificada onde a questão de “DeFi ou TradFi” se torne tão obsoleta quanto perguntar se a internet é melhor do que as telecomunicações tradicionais.
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O Futuro das Finanças: Quando DeFi e Finanças Tradicionais Convergem na Cadeia
A fronteira entre finanças descentralizadas e a infraestrutura bancária tradicional está prestes a tornar-se irreconhecível nos próximos anos. Sidney Powell, cofundador e CEO da Maple Finance, argumenta que o capital institucional eventualmente abandonará a falsa dicotomia entre sistemas DeFi e tradfi, consolidando todas as atividades de mercado numa única rede blockchain.
De Sistemas Paralelos a uma Infraestrutura Unificada
Hoje, ativos digitais e sistemas financeiros tradicionais operam como ecossistemas distintos. No entanto, Powell prevê um futuro onde essa separação se torne sem sentido. A tecnologia blockchain funcionará como a camada fundamental para os mercados financeiros globais, assim como a internet revolucionou o comércio e a comunicação. A mudança representa não apenas uma atualização dos sistemas existentes, mas uma reimaginação fundamental de como o capital se move e liquida.
Em vez de manter mecanismos separados de compensação e liquidação, as instituições dependerão cada vez mais de livros-razão públicos para processar e verificar transações. Essa transição elimina redundâncias, reduz o risco de contraparte e acelera a velocidade de implantação de capital nos mercados tradicionais e descentralizados.
Produtos Financeiros Nativos de Criptomoedas Remodelam os Mercados de Capital
A convergência se manifestará através de instrumentos financeiros inovadores projetados especificamente para ambientes blockchain. Hipotecas garantidas por Bitcoin representam uma fronteira, permitindo que os tomadores de empréstimo utilizem holdings de criptomoedas como garantia para produtos de crédito tradicionais. Da mesma forma, títulos lastreados em ativos ligados a protocolos de empréstimo de criptomoedas atrairão alocadores institucionais em busca de oportunidades de rendimento.
A emissão de cartões de crédito baseados em criptomoedas sinaliza outra transformação. Esses instrumentos geram recebíveis que podem ser agrupados, securitizados e distribuídos pelos mercados de capitais—transformando efetivamente transações em ativos financeiros negociáveis. Cada camada de inovação reforça a integração entre infraestrutura cripto e finanças institucionais.
Por Que Essa Transição Importa
A consolidação de DeFi e tradfi numa infraestrutura blockchain compartilhada promete vantagens significativas: redução do atrito na liquidação, verificação transparente na cadeia e lógica financeira programável embutida diretamente nas transferências de ativos. Para as instituições, isso significa custos operacionais menores e ciclos de execução mais rápidos. Para os mercados, implica maior eficiência e redução do risco sistêmico causado por gargalos operacionais.
O objetivo final dessa evolução é claro: uma infraestrutura de mercados de capitais unificada onde a questão de “DeFi ou TradFi” se torne tão obsoleta quanto perguntar se a internet é melhor do que as telecomunicações tradicionais.