A entrada do setor financeiro tradicional no mundo da cadeia de blocos enfrenta sempre um dilema — as instituições de investimento precisam proteger segredos comerciais e informações dos clientes, enquanto os reguladores devem rastrear o fluxo de fundos. E qual é o resultado? A maioria das blockchains públicas acaba por ser ou completamente transparente, ou totalmente anónima, ambos os extremos bloqueando a entrada de fundos institucionais.
É exatamente esse impasse que a Dusk Network pretende quebrar. Não se trata de mais uma cadeia de contratos inteligentes genérica, mas de um Layer 1 que começou a ser desenvolvido em 2018, especialmente projetado para mercados financeiros regulados. Em poucas palavras, o objetivo é transformar a barreira entre finanças tradicionais e DeFi numa ponte realmente viável.
Como fazer isso? A ideia central não é complicada: usar ferramentas de criptografia como provas de conhecimento zero, permitindo que a privacidade das transações e a auditoria regulatória coexistam na camada base da blockchain. Para o público, os detalhes das transações permanecem completamente ocultos, protegendo a privacidade comercial. Mas as entidades autorizadas, como órgãos de auditoria ou reguladores, podem verificar as transações através de mecanismos específicos — esse sistema é chamado de divulgação seletiva.
E qual é o resultado? As instituições financeiras podem aproveitar a eficiência e transparência da blockchain, sem precisar revelar tudo. Essa abordagem tem um impacto significativo na tokenização de ativos do mundo real (RWA) e na conformidade de DeFi. Ela não só abre novas possibilidades tecnológicas, mas também amplia o horizonte de integração do setor financeiro tradicional na cadeia de blocos.
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GateUser-e19e9c10
· 15h atrás
Provas de conhecimento zero parecem interessantes, mas quando realmente forem implementadas, será outra história. Tenho algumas dúvidas.
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AirdropHunterWang
· 15h atrás
A tecnologia de provas de conhecimento zero parece promissora, mas não sei se na prática será mais do mesmo ou se realmente vai fazer a diferença.
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BlockchainNewbie
· 15h atrás
Provas de conhecimento zero já ouvi várias vezes, mas realmente há poucos projetos que possam ser usados em cenários financeiros. A abordagem do Dusk é bastante interessante, pois combina privacidade e conformidade, mas ainda quero ver como será o efeito prático.
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BlockchainDecoder
· 15h atrás
Do ponto de vista técnico, a ideia de resolver o dilema privacidade-auditoria com provas de conhecimento zero realmente não é nova, mas há poucos projetos que conseguem implementar uma mecanismo de divulgação seletiva na arquitetura de base. Segundo estudos, a maioria das chamadas "blockchains de privacidade" acaba se tornando apenas uma estratégia de marketing. Vale notar que, se a Dusk realmente conseguir estabilizar essa tecnologia, ela abrirá um espaço de imaginação para o segmento RWA. A questão é — a regulamentação pode acompanhar a evolução tecnológica? Essa é a verdadeira trava.
A entrada do setor financeiro tradicional no mundo da cadeia de blocos enfrenta sempre um dilema — as instituições de investimento precisam proteger segredos comerciais e informações dos clientes, enquanto os reguladores devem rastrear o fluxo de fundos. E qual é o resultado? A maioria das blockchains públicas acaba por ser ou completamente transparente, ou totalmente anónima, ambos os extremos bloqueando a entrada de fundos institucionais.
É exatamente esse impasse que a Dusk Network pretende quebrar. Não se trata de mais uma cadeia de contratos inteligentes genérica, mas de um Layer 1 que começou a ser desenvolvido em 2018, especialmente projetado para mercados financeiros regulados. Em poucas palavras, o objetivo é transformar a barreira entre finanças tradicionais e DeFi numa ponte realmente viável.
Como fazer isso? A ideia central não é complicada: usar ferramentas de criptografia como provas de conhecimento zero, permitindo que a privacidade das transações e a auditoria regulatória coexistam na camada base da blockchain. Para o público, os detalhes das transações permanecem completamente ocultos, protegendo a privacidade comercial. Mas as entidades autorizadas, como órgãos de auditoria ou reguladores, podem verificar as transações através de mecanismos específicos — esse sistema é chamado de divulgação seletiva.
E qual é o resultado? As instituições financeiras podem aproveitar a eficiência e transparência da blockchain, sem precisar revelar tudo. Essa abordagem tem um impacto significativo na tokenização de ativos do mundo real (RWA) e na conformidade de DeFi. Ela não só abre novas possibilidades tecnológicas, mas também amplia o horizonte de integração do setor financeiro tradicional na cadeia de blocos.