#钱包安全事件 O caso na Rússia em 2022 já tem uma sentença. Aqui está um resumo das informações principais: a polícia de trânsito, através de acesso ilegal ao telefone e métodos de obtenção de prova por força, roubou cerca de 20 milhões de rublos em BTC, sendo posteriormente condenada a 7 anos de prisão.
Do ponto de vista da segurança na blockchain, este caso apresenta alguns pontos de interesse. Primeiro, o gatilho para a saída de fundos foi a obtenção da chave privada da carteira ou frase-semente por meio de coerção violenta, o que indica que a ameaça física ainda é o maior risco para carteiras pessoais. Segundo, o processo levou mais de dois anos para ser julgado, o que mostra que a dificuldade de rastrear transferências na blockchain ainda existe, mas no final as evidências múltiplas conseguiram identificar o autor.
Lições para os detentores de criptomoedas: a segurança da carteira não se limita à proteção contra hackers tecnicamente, a segurança pessoal e a privacidade das informações também são essenciais. Não revele informações da carteira em cenários onde sua identidade possa ser exposta ou você possa ser coagido; esses riscos muitas vezes são mais difíceis de recuperar do que perdas causadas por volatilidade de mercado. Armazenamento offline em cold wallets, soluções multi-assinatura e diversificação de ativos continuam sendo medidas de defesa importantes.
Este tipo de caso, de roubo em exchanges evoluindo para crimes contra detentores individuais, merece atenção.
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#钱包安全事件 O caso na Rússia em 2022 já tem uma sentença. Aqui está um resumo das informações principais: a polícia de trânsito, através de acesso ilegal ao telefone e métodos de obtenção de prova por força, roubou cerca de 20 milhões de rublos em BTC, sendo posteriormente condenada a 7 anos de prisão.
Do ponto de vista da segurança na blockchain, este caso apresenta alguns pontos de interesse. Primeiro, o gatilho para a saída de fundos foi a obtenção da chave privada da carteira ou frase-semente por meio de coerção violenta, o que indica que a ameaça física ainda é o maior risco para carteiras pessoais. Segundo, o processo levou mais de dois anos para ser julgado, o que mostra que a dificuldade de rastrear transferências na blockchain ainda existe, mas no final as evidências múltiplas conseguiram identificar o autor.
Lições para os detentores de criptomoedas: a segurança da carteira não se limita à proteção contra hackers tecnicamente, a segurança pessoal e a privacidade das informações também são essenciais. Não revele informações da carteira em cenários onde sua identidade possa ser exposta ou você possa ser coagido; esses riscos muitas vezes são mais difíceis de recuperar do que perdas causadas por volatilidade de mercado. Armazenamento offline em cold wallets, soluções multi-assinatura e diversificação de ativos continuam sendo medidas de defesa importantes.
Este tipo de caso, de roubo em exchanges evoluindo para crimes contra detentores individuais, merece atenção.