Fazer jogos de mundo aberto é sempre uma dor de cabeça, especialmente como guardar o conteúdo criado pelos jogadores. Para projetos massivos de UGC como o Minecraft, cada construção de cada jogador precisa ser bem armazenada. Mas aí surge a questão — se armazenarmos todas as coordenadas voxel na blockchain, as taxas de Gas fariam os jogadores chorar. Colocar tudo em servidores centralizados também é arriscado, pois se o jogo parar de funcionar, as construções de anos dos jogadores desaparecem. É um dilema.
Nossa solução é usar o protocolo Walrus como a camada base para os dados do mapa. Parece técnico, mas a lógica é simples — ao salvar uma construção, o cliente empacota os dados voxel em um arquivo binário e faz o upload direto para o Walrus. Depois, basta referenciar esse Blob ID no objeto NFT do Sui. Qual é a vantagem? A leitura do Walrus é extremamente rápida, e quando outros jogadores passam por essa área, o motor do jogo consegue puxar os dados em tempo real do Walrus e renderizar a construção instantaneamente.
O modelo econômico também foi pensado de forma interessante. Os jogadores podem optar por pagar uma taxa única de armazenamento para suas construções — por exemplo, alugar por 5 anos, com um custo bem baixo; ou simplesmente deixar o DAO pagar por eles, usando o sistema de tokens do jogo. O benefício é que os jogadores realmente possuem a "soberania" dos seus dados criados. E o mais importante: mesmo que a empresa do jogo feche, enquanto a comunidade existir e o protocolo Walrus estiver ativo, esses dados de construção podem ser acessados por novos front-ends ou motores de jogo, até mesmo revividos em outras plataformas. Essa é a verdadeira essência da "sustentabilidade" do metaverso — o que você cria, pertence para sempre a você.
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TokenTherapist
· 01-10 18:50
Porra, isto é que é o verdadeiro trabalho do Web3, não ficar a fazer trading de criptomoedas para cortar cebolas.
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IfIWereOnChain
· 01-10 18:50
Finalmente alguém leva a sério esta questão, as taxas de gás realmente podem enlouquecer as pessoas
A questão da soberania de dados é bem falada, mas o sistema Walrus consegue sobreviver à próxima fase de mercado em baixa?
A taxa de aluguel de cinco anos é ridiculamente baixa, estou mais preocupado se o próprio protocolo não perder popularidade e acabar por desaparecer
O DAO paga as taxas de armazenamento de construção em nome, parece romântico, mas na prática, como garantir que os fundos sejam suficientes?
O mais importante é ter nós suficientes para manter o Walrus, caso contrário, por mais bom que seja o design, será inútil
Assim, os jogadores realmente poderão reviver construções em outras plataformas? Parece um bom futuro
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PebbleHander
· 01-10 18:48
walrus esta arquitetura é realmente elegante, é muito mais confiável do que aqueles projetos que gritam sobre web3 perpétuo todos os dias
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O custo de gás é instantaneamente superado pelo armazenamento on-chain, esse ponto não tem erro
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A questão da soberania dos dados soa bem, mas vamos ver se realmente vai se concretizar no final
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Taxa de aluguel de 5 anos tão baixa que é absurdo? Depende dos números específicos, senão é só estratégia de marketing
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Tenho curiosidade sobre a velocidade do walrus, como se compara ao ipfs, há algum benchmark?
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A questão principal é: e se o cofre DAO também falir? Parece que ainda vai depender da consciência da comunidade
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Mas essa abordagem realmente é melhor do que as empresas de jogos tradicionais que encerram o serviço e deletam os dados
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A ideia de uma recuperação perpétua de dados, será que na prática não vai ser travada por políticas?
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WagmiAnon
· 01-10 18:43
Isto é que é o verdadeiro espírito do web3, não aquelas palavras vazias. A combinação Walrus+Sui, finalmente alguém pensou bem na questão do armazenamento.
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0xLostKey
· 01-10 18:22
Porra, isto é que é fazer o verdadeiro Web3, a soberania dos dados foi realmente implementada
Fazer jogos de mundo aberto é sempre uma dor de cabeça, especialmente como guardar o conteúdo criado pelos jogadores. Para projetos massivos de UGC como o Minecraft, cada construção de cada jogador precisa ser bem armazenada. Mas aí surge a questão — se armazenarmos todas as coordenadas voxel na blockchain, as taxas de Gas fariam os jogadores chorar. Colocar tudo em servidores centralizados também é arriscado, pois se o jogo parar de funcionar, as construções de anos dos jogadores desaparecem. É um dilema.
Nossa solução é usar o protocolo Walrus como a camada base para os dados do mapa. Parece técnico, mas a lógica é simples — ao salvar uma construção, o cliente empacota os dados voxel em um arquivo binário e faz o upload direto para o Walrus. Depois, basta referenciar esse Blob ID no objeto NFT do Sui. Qual é a vantagem? A leitura do Walrus é extremamente rápida, e quando outros jogadores passam por essa área, o motor do jogo consegue puxar os dados em tempo real do Walrus e renderizar a construção instantaneamente.
O modelo econômico também foi pensado de forma interessante. Os jogadores podem optar por pagar uma taxa única de armazenamento para suas construções — por exemplo, alugar por 5 anos, com um custo bem baixo; ou simplesmente deixar o DAO pagar por eles, usando o sistema de tokens do jogo. O benefício é que os jogadores realmente possuem a "soberania" dos seus dados criados. E o mais importante: mesmo que a empresa do jogo feche, enquanto a comunidade existir e o protocolo Walrus estiver ativo, esses dados de construção podem ser acessados por novos front-ends ou motores de jogo, até mesmo revividos em outras plataformas. Essa é a verdadeira essência da "sustentabilidade" do metaverso — o que você cria, pertence para sempre a você.